Acesso já foi regularizado e problema da falta de escoamento está prestes a ser solucionado 

Já passaram dois meses depois de o Albergue para Animais Errantes ter sido notícia no laborpor “padecer” de falta de escoamento e da existência de luras no solo, como munícipes chamaram à atenção em reunião de câmara e, posteriormente, como a presidente da Ani São-João – Associação dos Amigos dos Animais de S. João da Madeira, Raquel Pinho, confirmou ao nosso jornal. Desde então até agora, o protocolo entre a autarquia e a Ani ainda não foi assinado nem o equipamento municipal construído na Avenida de Casaldelo foi inaugurado.

Questionado, uma vez mais, sobre o assunto, Jorge Sequeira defendeu que “mais importante do que a festa e as inaugurações é que as coisas estejam a funcionar”. O autarca ainda deixou claro que “antes de tomarmos posse, [o Albergue para Animais Errantes] era um e hoje é outro”. E isso, sim, é o que, em seu entender, importa.

Aliás, em declarações ao labor, Jorge Sequeira fez questão de recordar que, entre outras coisas, “duplicámos a capacidade de acolhimento do albergue e criámos uma zona de recreio para os animais”.  Quanto à inexistência de escoamento, que veio a público em janeiro último, “está a ser executada”, sendo certo que o estado do “tempo não tem permitido sermos mais céleres”. “Os terrenos inundados não dão para trabalhar”, como referiu, por sua vez, o vice-líder do Município José Nuno Vieira.  Informação que Raquel Pinho viria a corroborar quando interpelada pelo labor.

Ao nosso semanário, a responsável da Ani deu nota que “desde a última notícia [no labor] já estive em contacto com a câmara municipal algumas vezes” e que a “regularização do percurso [entre a avenida e o albergue, que “estava bastante enlameado e afundou”] foi efetuada de imediato”.

Relativamente “ao problema maior, a falta de escoamento, uma arquiteta da câmara desenvolveu um plano e de momento aguarda apenas por material para o executar. Cremos que esta semana chega e aproveitar-se-á o bom tempo para se iniciarem os trabalhos”, referiu, acrescentando que “na zona onde a água é aglomerada serão colocados uns caneletes para recolha e drenagem das águas. Os mesmos passarão por trás das boxes e junto aos taludes e conduzirão as águas até às grelhas”. Raquel Pinho e restantes elementos da Ani desejam que “esta se torne assim uma solução definitiva e os próximos invernos sejam menos penosos para voluntárias e animais”.

Acerca da inauguração, a dirigente disse “ainda” não haver uma “data prevista”. No entanto, “logo que estes trabalhos sejam concluídos pretendemos encetar contacto com o Gabinete da Presidência e apelarmos à mesma de forma a que possamos nós, de seguida, efetuar outras obras necessárias e urgentes”, rematou.

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