Sporting CP, 4 – AD Sanjoanense, 3

Jogo no Pavilhão João Rocha, em Lisboa.

Árbitros: Rui Torres e Paulo Rainha (AP Minho).

Sporting CP: André Girão (gr) (cap), Telmo Pinto, Pedro Gil, António Perez, Gonzalo Romero.

Suplentes: Ferran Font, Alessandro Verona, Matías Platero, João Souto e José Diogo Macedo (gr).

Treinador: Paulo Freitas.

AD Sanjoanense: Tiago Freitas (gr), João Lima, Xavi Cardoso, Hugo Santos e Pedro Cerqueira.

Suplentes: Facundo Navarro, Alex Mount, Tiago Almeida, José Almeida e Marco Lopes (gr) (cap).

Treinador: Vítor Pereira.

Ao intervalo: 3-1.

Faltas: Sporting CP, 3 | AD Sanjoanense, 3.

Marcha do Marcador: 0-1 por Pedro Cerqueira (7’), 1-1 por Matías Platero (15’), 2-1 por Alessandro Verona (23’), 3-1 por Matías Platero (25’), 3-2 por Tiago Almeida (28’), 4-2 por Pedro Gil (34’), 4-3 por Hugo Santos (35’).

Atitude, raça e união foram os ingredientes que a Sanjoanense levou a Lisboa e que quase fizeram mossa ao Sporting CP que, apesar de ter vencido o encontro pela margem mínima, em nada foi superior aos homens de Vítor Pereira, que até poderiam ter trazido pontos para S. João da Madeira.

Com um início em ritmo lento e ambas as equipas a respeitarem-se mutuamente, coube aos forasteiros inaugurarem a contenda por intermédio de Pedro Cerqueira (7’), silenciando o público afeto ao Sporting presente no Pavilhão João Rocha. Com a vantagem os alvinegros acreditavam que podiam bater novamente André Girão, mas sem sucesso. O Sporting também contra-atacava sempre que podia e depois de várias investidas à baliza de Tiago Freitas o argentino Matías Platero empatava finalmente a partida a uma bola com uma emenda ao segundo poste. Até ao intervalo a formação leonina ainda marcaria mais dois golos, por Alessandro Verona e bis de Matias Platero, em dois remates em que Tiago Freitas não parece ver as bolas partirem.

Na segunda parte Vítor Pereira acreditava que podia causa estragos e trazer pontos para a cidade do trabalho e logo aos três minutos Tiago Almeida reduz para 3-2, mas o campeão europeu em título, recheado de grandes nomes do hóquei mundial, tirou um coelho da cartola pelo espanhol Pedro Gil (34’), que no caldeirão já tinha tirado a vitória à Sanjoanense, e assinou o melhor golo do desafio.

O resultado ainda não estava fechado e a Sanjoanense ainda tinha uma palavra a dizer e logo de imediato Hugo Santos, aproveitando uma perda de bola a meio campo pelos Leões, reduz para a margem mínima (4-3).

Com pouco mais de 10 minutos para jogar, a meia centena de adeptos sanjoanenses que fizeram questão de apoiar a equipa em Lisboa acreditavam, pelo menos, no empate, que podia ter acontecido não fosse o melhor guarda-redes o mundo negar por duas vezes o golo quase certo.

Depois de ter goleado em Barcelos na jornada anterior (1-5), esperava-se mais deste Sporting, que quase viu o prémio ficar com a equipa alvinegra que, pelo menos, merecia um ponto face ao que produziu ao longo de todo o encontro.

No próximo sábado a Sanjoanense tem mais um jogo difícil recebendo no “caldeirão”, às 17h30, o OC Barcelos, jogo que vai realizar-se à porta fechada, resultado do surto de Covid-19.

António Anacleto

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