Mas com pessoas notificadas por estarem no espaço público sem justificação

 

As medidas decretadas no Estado de Emergência são claras quanto a quem pode e a quem não pode sair de casa.

As pessoas que estejam infetadas com a Covid-19 ou em vigilância ativa têm de ficar em isolamento obrigatório seja em casa, seja num estabelecimento de saúde. Caso violem o isolamento obrigatório estão a cometer o crime de desobediência.

As pessoas com mais de 70 anos e portadoras de doenças que as colocam no grupo de risco têm o dever de especial proteção e apenas devem sair de casa em situações estritamente necessárias como a compra de bens essenciais (alimentação e medicação) para trabalhar.

Já às restantes pessoas que não estão incluídas no isolamento obrigatório nem no dever especial de proteção também é aconselhado que apenas saiam para a compra de bens essenciais, para trabalhar e entre outras exceções que foram dadas a conhecer na edição anterior do labor e que podem ser consultadas no Decreto de Lei n.º2-A/2020 relativo à declaração do Estado de Emergência pode ser consultado em Diário da República (https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/130473161/details/normal?q=decreto+numero+2-A%2F2020).

Desde que as medidas do Estado de Emergência entraram em vigor, no dia 22 de março, a Polícia de Segurança Pública continua “sem detenções por desobediência”em S. João da Madeira, confirmou o comissário Hélder Andrade ao labor.

Até ao início desta semana, apenas existia o registo de “pessoas notificadas por estarem na via pública sem justificação”, revelou Hélder Andrade, destacando aqui a postura dos agentes no sentido de sensibilizar a população em relação ao momento que estamos a viver e às medidas de higiene e segurança que devem ser cumpridas pelo seu bem e pelo bem de todos.

Agentes da esquadra sanjoanense apoiam Ovar

Desde que o estado de calamidade foi decretado em Ovar, cerca de uma dezena de agentes da PSP de S. João da Madeira está a apoiar diariamente a esquadra ovarense.

O objetivo é “libertar o efetivo de Ovar para fazer aquilo que faço em S. João da Madeira que é fiscalizar” porque “não podemos pedir aos agentes para assegurar o cerco sanitário e a fiscalização” do cumprimento das medidas implementadas em Ovar, considerou o comissário da PSP de S. João da Madeira.

Em relação ao esforço que tem sido feito pelas forças de segurança para dar resposta às exigências que o estado de calamidade e de emergência lhes tem impingido, “se  não formos uns para os outros, não somos nada”, concluiu Hélder Andrade ao labor.

Loading Facebook Comments ...

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here