Serviços camarários tinham referências deste tipo de casos de anos anteriores, deu a conhecer a vereadora Paula Gaio ao labor

O assunto foi mencionado pela coligação PSD/CDS-PP, pelo menos duas vezes, em reuniões de câmara realizadas no ano passado, mas pelos vistos não é novidade nem para os serviços camarários nem para os leitores.

Sim, há reporte de casos de pessoas que costumam ´espreitar´ o interior dos caixotes do lixo. Não possuo números exatos, mas tenho informação de que é uma situação que sempre aconteceu”, deu a conhecer Paula Gaio ao labor, depois de questionarmos se os serviços camarários tinham referências deste tipo de casos anteriores a 2019.

Nesse sentido, “reforçámos o valor da Cantina Social, acabando com as listas de espera e, portanto, estamos a permitir às pessoas que têm fome, pela sua condição de sem-abrigo, que possam ter acesso a duas refeições quentes”.

Para além disso, “vamos manter os canais de comunicação abertos e, muito importante, com informação atual, como até aqui temos feito com as instituições particulares de solidariedade social que trabalham no concelho, junto de pessoas com vulnerabilidade social”, explicou a vereadora da Ação Social, Inclusão e Habitação.

Das pessoas que têm este hábito, sabe-se que têm problemas mentais, com a justiça e nem são de S. João da Madeira, disse Paula Gaio, com base na informação que resulta da articulação existente entre a câmara municipal e as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que as acompanham.

Todas as pessoas sinalizadas têm o direito de aceitar ou não ajuda da câmara municipal e das IPSS. Nos casos em que rejeitam a ajuda, a única opção é continuar, com persistência, a insistir ou procurando outro tipo de intervenção mais especializada, conforme a situação que originou este comportamento”, esclareceu a vereadora ao labor.

Quem precisar do apoio para as refeições deve contactar a câmara

Quem se encontre numa situação de grave carência ec9onómica e queira usufruir da resposta Cantina Social, poderá procurar a Divisão de Ação Social da Câmara Municipal de S. João da Madeira, que procederá ao respetivo encaminhamento para o Serviço Local da Segurança Social, o Centro Comunitário Ecos Urbanos ou o Centro Comunitário Porta Aberta, da Santa Casa da Misericórdia”, concluiu Paula Gaio.

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