Para além do centro de rastreio à Covid-19 que já se encontra a funcionar no Europarque com supervisão do Laboratório Germano de Sousa, em parceria com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, a região vai poder contar com mais dois centros, nomeadamente em S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis.

Jorge Sequeira adiantou, em conferência de imprensa, que “o Centro Médico da Praça “vai montar um centro de rastreio na Oliva Creative Factory”. Segundo o autarca, “a montagem já está em curso” e a colaboração da câmara passa pela cedência do espaço e também por algum apoio logístico.

Interpelado pelo labor sobre o assunto, Américo Sá, administrador do Centro Médico da Praça (CMP), disse não poder adiantar muito mais para além de que “há pretensão e protocolos estabelecidos”, encontrando-se o CMP “à espera das devidas autorizações”.

Para além disso, haverá um outro, desta feita, no concelho oliveirense, gerido pelo Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II – Aveiro Norte e que abarcará S. João da Madeira, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra. “A nossa capacidade de testar vai [pois] aumentar significativamente”, sublinhou o presidente da câmara às jornalistas.

 

 Colaboradores da ACAIS e bombeiros também já foram testados

Depois de 40 funcionários do Lar de São Manuel, da Unidade de Cuidados Continuados e da Casa de Repouso da Santa Casa da Misericórdia (SCM) terem sido testados à Covid-19 e de os testes terem dado negativo, como o labor noticiou oportunamente, “já foram testados alguns bombeiros voluntários” e “também cedemos parte desses testes à ACAIS e à Cerci”. Aliás, conforme avançou Patrícia Coelho, diretora técnica da Associação do Centro de Apoio a Idosos, a instituição iniciou, esta última quarta-feira, “os respetivos testes aos colaboradores que estão no exercício das suas funções”.

Todas “essas operações estão a ser, neste momento, articuladas”, respondeu o edil quando questionado pelo labor sobre o programa de testes de despistagem, que está a ser coordenado pela autarquia, através da Proteção Civil Municipal, em articulação com outras instituições e entidades. Ainda a propósito, recordou que no caso da SCM os testes foram oferecidos pelo Centro Médico da Praça e que, entretanto, “a câmara comprou a um outro laboratório um conjunto de testes iguais para serem testados bombeiros”, bem como outras instituições.

Trata-se, como o nosso jornal já esclareceu na edição anterior, de “testes rápidos [sorológicos]” com um nível de fiabilidade inferior aos testes com zaragatoas.

 

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