Já tiveram início os trabalhos preparatórios para o arranque da obra da Praça Luís Ribeiro, anunciou no dia 1 de maio a Câmara Municipal de S. João da Madeira.

Depois da aprovação do projeto, celebração do contrato, obtenção do financiamento e receção do visto do Tribunal de Contas, este é mais um passo para a concretização desta empreitada cujos trabalhos vão decorrer de forma faseada e por setores, tendo em vista a revitalização e requalificação do centro sanjoanense.

“Se esta obra era importante antes desta crise, tornou-se ainda mais importante para a revitalização e dinamização do nosso centro cívico” porque “vai auxiliar o desenvolvimento do comércio local através da melhoria do espaço público, reforçando a sua atratividade”, considerou o presidente da câmara, Jorge Sequeira, durante uma conferência de imprensa dada esta terça-feira à comunicação social, adiantando que está prevista na próxima semana uma apresentação do “faseamento da obra aos comerciantes da Praça que vai assegurar permanentemente o acesso a todos os estabelecimentos comerciais, embora com restrições”.

Em relação aos comerciantes que demonstraram estar apreensivos com o início desta obra na mesma altura em que alguns já puderam e outros vão poder, dentro de dias, reabrir os seus comércios de rua, o presidente da câmara esclareceu que “a obra tinha de acontecer neste momento porque é um financiamento comunitário”. Jorge Sequeira admitiu que “qualquer obra causa incómodos temporários”, mas também pediu que estes  “devem ser compreendidos como medida necessária para atingir uma finalidade superior e maior que se consubstanciará no benefício público que a obra trará a todos assim que concluída”.

A obra de “Reabilitação e requalificação do centro da cidade de S. João da Madeira” foi adjudicada à empresa Construções Pardais – Irmãos Monteiro, Lda., pelo valor de cerca de dois milhões e 195 mil euros (mais IVA) e terá um prazo de execução de 365 dias.

Do projeto final, destacam-se a proibição de trânsito automóvel na Praça Luís Ribeiro, uma fonte seca como “elemento de atração diferenciador”, a existência de corredores verdes, a adoção de mobiliário único nas esplanadas, a retirada das atuais coberturas, a colocação de piso de granito e a construção de um novo parque de estacionamento com capacidade estimada para 90 lugares, com acesso automóvel pela Rua Júlio Dinis e acesso pedonal pela Rua Padre Oliveira.

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