Admitindo não ter competências na área da saúde pública para dizer se a reabertura das creches nesta altura é ou não prematura, a Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira limita-se assim a “confiar nas emanações da Direção-geral da Saúde”, que é quem tem as ditas competências. Se bem que uma coisa é certa: “A Misericórdia está técnica e materialmente preparada para desempenhar a sua função de prestadora de serviços socioeducativos e de apoio à família”, nesta que é a segunda fase do plano de desconfinamento que está a ser posto em prática pelo Governo.

Esta “nova” realidade vai ter custos para a instituição sanjoanense. Segundo o diretor de serviços, “instalámos sinalética nas creches” e “tivemos despesas avultadas, principalmente em consumíveis de proteção e higiene (máscaras cirúrgicas, gel desinfetante e batas)”.

Trata-se – como adiantou Vitor Gonçalves ao laborv– de gastos em contínuo porque falamos de consumíveis, que deverão rondar os 3.500 euros mensais, apenas nas respostas sociais infantojuvenis”

 

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