Parques A marcação de “sentidos de andamento” que facilitem a prática de caminhada e de exercício no Parque de Nossa Senhora dos Milagres foi proposta por Paulo Cavaleiro, vereador da Coligação PSD/CDS-PP, na reunião de câmara realizada esta terça-feira através de videoconferência. Também sugeriu a criação do conceito “praia no parque” que já existe no Município de Cascais em que existem “zonas marcadas” que permitem que “as pessoas possam ter com segurança algum tempo de lazer nos espaços verdes”. “Não temos praia fluvial, mas o rio é agradável para dias de calor como o de hoje”, considerou Paulo Cavaleiro, explicando que esta iniciativa pode “potenciar” o Parque Urbano do Rio Ul que é “um equipamento de referência na região”. As sugestões vão ser analisadas pela câmara, garantiu o presidente Jorge Sequeira, adiantando que uma delas, a de marcação de sentido de andamento, já está “a ser tratada”.

HabitaçãoA Câmara Municipal de S. João da Madeira vai reabilitar mais 11 apartamentos de habitação social – dois de tipologia dois, seis de tipologia três e três de tipologia quatro – que ficaram vagos. A obra começou esta segunda-feira e ronda os 70 mil euros, informou Paula Gaio, vereadora da Ação Social, Inclusão e Habitação, também presidente da empresa municipal Habitar, depois de Paulo Cavaleiro, verador da Coligação PSD/CDS-PP, ter perguntado se a câmara tinha prevista a entrega de alguma habitação em breve e do presidente Jorge Sequeira ter dito que a intenção era continuar com a entrega de casas.

CulturaA Coligação PSD/CDS-PP entende que “a câmara deveria desenvolver alguns eventos nos seus espaços culturais mesmo que a questão da sustentabilidade dos eventos não seja alcançada devido às regras de lotação dos espaços”, disse Paulo Cavaleiro uma vez que “o setor público não tem a lógica do lucro como têm os agentes privados que dinamizam muitas destas atividades”, dando assim “algum apoio às instituições e agentes culturais”. “Em relação aos eventos programados a câmara está a pagar cerca de 50% do cachet do contrato em detrimento da medida da Assembleia da República para garantir o apoio à subsistências dos operadores culturais”, afirmou o presidente Jorge Sequeira, garantindo que está a prestar “esse apoio aos artistas tentando sempre reagendar os eventos para datas ulteriores”. A câmara municipal também vai “tentar assinalar o aniversário da Casa da Criatividade” com o intuito de “manter viva a prática cultural na nossa cidade”, adiantou Jorge Sequeira, destacando a reabertura do Museu da Chapelaria e do Museu do Calçado no dia 22 de maio, da Biblioteca Municipal no dia 27 de maio e do Centro de Arte Oliva amanhã, dia 29 de maio, e desafiando os sanjoanenses a visitarem estes equipamentos.

ComércioA iniciativa da câmara municipal, em articulação com a Associação Comercial, de entregar viseiras e máscaras descartáveis aos comerciantes de rua voltou a dar que falar na reunião de câmara por iniciativa de Pualo Cavaleiro em nome da Coligação PSD/CDS-PP. Primeiro por o presidente da câmara, Jorge Sequeira, “não ter ido (entregar os equipamentos de proteção individual) a todos (os comerciantes)”, nomeadamente “aos das zonas com obras (na Praça)”. Segundo pelo “timing” uma vez que “os comerciantes já estavam a trabalhar há cerca de 15 dias”. Em terceiro pelo presidente Jorge Sequeira ter participado em algumas distribuições em nome da câmara e não ter sido convidado nenhum representante da associação dos comerciantes. O presidente Jorge Sequeira disse que em reunião com a Associação Comercial foi ele que propôs que “a campanha levada a cabo pela câmara tivesse o logo e a menção da intervenção da Associação Comercial para valorizar a associação de comerciantes” e esclareceu que “não houve nenhum problema”, que a articulação com a associação é “excelente” e da parte dela “não tivémos nenhuma reclamação, queixume, desagrado. A mim não chegou rigorosamente nada”.

CampanhaO tema do comércio não ficaria por ali com Paulo Cavaleiro a criticar o facto de a câmara municipal ter criado uma campanha de promoção do comércio tradicional sem “mais uma vez envolver a Associação Comercial” e a questionar qual o critério usado para escolher as pessoas. O presidente da câmara voltou a mencionar as reuniões com a Associação Comercial em que informou que a campanha seria levada a cabo com a empresa Braver a quem coube a escolha das pessoas. Para Jorge Sequeira o que é “importante” é que esta é “uma campanha de apoio ao comércio tradicional”, “o resto é ruído, tentativas de perturbar a relação entre a câmara municipal e a Associação Comercial que é uma relação excelente”. “Não criticamos a iniciativa, é boa, mas devia de ser em conjunto (com Associação Comercial)”, insistiu Paulo Cavaleiro.

Esplanadas“As pessoas podem ou não aumentar a área de esplanada já que vão ter de diminuir o número de mesas?”, questionou Paulo Cavaleiro, vereador da Coligação PSD/CDS-PP, depois de ter ouvido a mesma questão por parte de comerciantes. “Já informamos os comerciantes de que teriamos abertura para alargar as esplanadas” mediante a apresentação de um pedido que terá de ser analisado, esclareceu o presidente, pedindo o nome dos comerciantes ao vereador da oposição uma vez que nenhum pedido de esclarecimento nesse sentido chegou à câmara municipal.

MáscarasO ponto de situação da entrega das máscaras comunitárias aos sanjoanenses foi  pedido por Paulo Cavaleiro. As máscaras encontram-se “em produção” na empresa sanjoanense ERT. “Não queremos colocar pressão sobre a empresa, não é a forma correta de tratar do assunto”, considerou o presidente da câmara, demonstrando ter ficado surpreendido com a “afirmação demagógica” de Paulo Cavaleiro de que “se as pessoas não tivessem comprado máscaras, estivessem à espera da câmara, teríamos um maior número de infetados”. “A entrega de máscaras da câmara não dispensa que as pessoas tenham as suas próprias máscaras porque as máscaras vão passar a ser uma peça das nossas vidas”, alertou Jorge Sequeira, desvalorizando o facto de outros municipios já terem entregue máscaras comunitárias aos seus municípes tal como fez questão de mencionar Paulo Cavaleiro. “Não andamos a competir com outras câmaras, a gestão pública não é assim. Interessa fazer as coisas bem, com tempo e racionalidade. Não é isso que orienta a nossa ação política muito menos em matéria de saúde pública”, indicou o presidente. Para o vereador da oposição, o problema desta questão tem a ver com “a gestão da expectativa” porque “a expectativa das pessoas era de que iam receber (as máscaras) num curto prazo”.

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