Para além das atuais áreas de intervenção, as seguintes também têm esplanadas, relembrou o vice-presidente José Nuno Vieira

A obra de reabilitação da Praça Luís Ribeiro foi novamente um dos temas da reunião de câmara.

A intervenção de Paulo Cavaleiro, vereador da Coligação PSD/CDS-PP, consistiu em querer saber quando termina a fase de intervenção desde a Praça até à Capela de Santo António, se esta não podia ter ficado para mais tarde, quando não houvesse esplanadas, e em fazer um novo pedido de acesso ao cronograma da obra e ao relatório fitosanitário que suportou a decisão de abate de árvores no centro cívico.

A “prioridade não nos parece a melhor” e “temos dificuldade em entender que haja dinheiro para gastar nesta fase (Praça até à Capela de Santo António) e não num parque de estacionamento ou num parque infantil”, assumiu o vereador da oposição, pedindo o valor desta fase concreta da obra ao executivo, o que não foi possível porque “os valores do concurso não estão divididos por fases, mas pela globalidade da obra”, explicou o vice-presidente José Nuno Vieira, ficando de arranjar “uma estimativa para cada área”.

“O planeamento dos trabalhos foi feito tendo em conta o melhor desenvolvimento da empreitada”, afirmou José Nuno Vieira, relembrando que a área de intervenção junto à Capela não é a única com esplanadas e que outras áreas de intervenção – Rua Padre Oliveira, Rua do Dourado e Rua do Visconde – têm esplanadas. Por isso, “temos de começar por algum lado”, considerou o vice-presidente, revelando que têm “articulado” com comerciantes, incluindo os que têm esplanadas no espaço de intervenção, e têm “programados trabalhos com a maior rapidez possível para reduzir o seu impacto”. Esta é uma obra que “terá sempre impacto enquanto se estiver a desenvolver”, mas o seu “timing ainda se reveste de maior importância para potenciarmos a retoma económica”, concluiu José Nuno Vieira.

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