“Neste momento estamos numa fase de discussão sobre a futura gestão e orientação artística”, revelou o presidente da câmara, Jorge Sequeira, ao labor

Depois de Aníbal Lemos ter sido nomeado como diretor do Centro de Arte de S. João da Madeira, que juntamente com o Instituto de Línguas Helena Nicolau e a Academia de Música integra a Associação Cultural Alão de Morais, a gestão deste espaço passou a ser independente da do Centro de Arte Oliva.

Assim sendo, Andreia Magalhães deixou de gerir estes dois espaços, passando a ser responsável apenas pelo último.  “Neste momento estamos numa fase de discussão sobre a futura gestão e orientação artística, mas contamos ainda com colaboração de Andreia Magalhães”, deu a conhecer o presidente da câmara, Jorge Sequeira, depois de ter sido questionado sobre o assunto pelo labor.

Reabertura marcada pelas novas condições de segurança

O Centro de Arte Oliva reabriu no dia 29 de maio com limitações. O horário foi reduzido às sextas-feiras, sábados e domingos, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, e os visitantes devem cumprir as novas condições de segurança. A saber: o uso obrigatório de máscara, a desinfeção obrigatória das mãos à entada, o distanciamento mínimo de segurança de dois metros, a proibição de tocar nos objetos, a lotação máxima de visitantes e a circulação restrita à sinalética colocada no espaço.

Neste momento, o Centro de Arte Oliva tem em exposição “Lusofolia: A Beleza Insensata” com curadoria de António Saint Silvestre e “R2/Fabrico Suspenso: Itinerários de Trabalho” com curadoria de Paula Pinto e Joaquim Moreno.

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