Empreendimento de grupo empresarial alemão inclui, ainda, uma “componente de serviços” 

A abertura de uma loja da cadeia de supermercados ALDI na Avenida Dr. Renato Araújo está cada vez mais perto de ser uma realidade. Segundo o que o labor conseguiu saber em primeira mão, junto do vice-presidente José Nuno Vieira, a câmara já deferiu o projeto de arquitetura no passado dia 15 de maio. Segue-se agora, por parte do promotor, a entrega das especialidades e do projeto de execução para dar seguimento a todo um “processo que dura há anos”, vindo já do anterior executivo municipal.

“Após um longo processo de apreciação e desenvolvimento do projeto de arquitetura foi possível encontrar uma solução arquitetónica que valoriza o espaço de inserção do equipamento” e que “agrada a ambas as partes”, disse o “vice” do Município ao nosso jornal. Em seu entender, este é “um investimento importante que demonstra a manutenção da atratividade do nosso concelho”. Além do mais, como acrescentou, “este período de pandemia em que vivemos realçou a importância da cidade estar dotada de uma pluralidade de serviços” do género.

quatro superfícies comerciais numa só avenida

A concretizar-se a intenção do grupo empresarial alemão de se instalar em S. João da Madeira (SJM) e, concretamente, na “Renato Araújo”, aquela que é uma das mais principais avenidas sanjoanenses passará a ter quatro superfícies comerciais, que se vêm juntar a quase outras tantas espalhadas pela cidade. A notícia de uma possível vinda da multinacional para SJM, publicada em primeira mão na última sexta-feira na página do Facebook do nosso jornal, tem dado que falar, com aqueles que se manifestam contra a serem mais do que os que estão a favor. Há até quem diga que “qualquer dia temos mais supermercados do que rotundas”.

Mas em relação aos que não veem com bons olhos esta possibilidade, José Nuno Vieira deixou claro ao labor que“não queríamos [nem querem] que ficasse ali qualquer coisa”. Tanto que este “investimento contempla a construção de um edifício” que inclui uma “componente de serviços”. Trata-se, de acordo com o responsável político, de “uma construção bastante moderna” que não se limitará a ser mais um supermercado como os que estamos habituados a ver.

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