Existe muito o “EU” por aí.

EU fiz isto, fiz aquilo.

EU consegui perceber que não era por ali. Era antes por aqui.

EU mudei de caminho e senti que podia chegar ali. E afinal EU tinha razão, quando todos diziam que não.

Mais ainda… fui convidado para fazer isto e convenci-me que podia ir mais longe e sem dar por isso fui mais além.

Ainda bem que EU tinha percebido aquela questão na altura certa, porque então EU acabei por perceber que estava no caminho que EU… tinha sabido escolher. Afinal EU tinha avisado tudo e todos que EU tinha mesmo razão naquilo que tinha dito que só EU tinha sentido a necessidade de ser EU mesmo acima de tudo e de quem sabe mesmo do Universo.

Claro que EU não tinha adivinhado  que não sou nada neste Cosmos e o meu nome nem sequer irá ser conhecido na geração dos meus netos, ou filhos ou colegas.

EU… sim de fato EU … vou ficar em pó ou cinza e todo o EU que construi em torno do EU é vácuo depois de ter morrido. Mas calma…

Mário Pessegueiro

Pode ser que surja um outro EU, assim parecido com o meu EU que queira ser tão EU como EU e faça  realçar o meu EU, para que o EU dele cresça e se torne num EU de letras grandes.

Claro que não será tão EU como o meu. Aí o meu “EU” até talvez sobreviva por mais alguns minutos nesta galáxia infinita.

Agora sim… o meu EU precisa de descanso, pois isto de trabalhar o EU até dá um certo cansaço. Uf!

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