De incentivo ao consumo nos setores de comércio, serviços, restauração e bebidas locais

A Associação Comercial de S. João da Madeira lançou o selo “Estabelecimento Seguro” com o objetivo de incentivar ao consumo nos setores de comércio, serviços, restauração e bebidas locais.

Os estabelecimentos aderentes têm de assinar e afixar uma declaração de compromisso com 15 desígnios de boas práticas em termos de segurança, higiene, saúde e distanciamento social que poderá ser fiscalizada a qualquer momento por duas entidades parceiras da Associação Comercial que estão ligadas às áreas de Higiene e Segurança no Trabalho.

Nesta declaração também é divulgado um email (asscomercial.polosjm@gmail.com)através do qual é possível o consumidor reportar alguma irregularidade detetada no estabelecimento por si visitado.

A adesão ao selo é voluntária e gratuita, tendo o mesmo a validade de um ano. O pedido de atribuição do selo pode ser feito por sócios e não sócios da Associação Comercial sanjoanense através do contacto 918 857 686 ou do email acsjmgeral@gmail.com.

A Sneakers Concept foi a primeira loja a aderir à iniciativa e, por isso, a primeira a receber o selo “Estabelecimento Seguro” e a assinar a declaração de compromisso na sexta-feira passada.

DF

“Achei muito interessante” a iniciativa da Associação Comercial porque “hoje em dia tudo isto conta”, afirmou Vânia Correia, sócia-gerente da Sneakers Concept, cuja reabertura, à semelhança de todos os outros espaços comerciais, já tinha de cumprir as regras de higiene e segurança impostas pela Direção-geral da Saúde no combate à pandemia.

A prova de que a imagem de confiança e segurança importa está no facto de numa semana Paulo Barreira, presidente da Associação Comercial, ter recebido cerca de 30 pedidos de adesão ao selo “Estabelecimento Seguro”. Para além do selo e da declaração de compromisso, Paulo Barreira entregou à lojista, juntamente com António Falcão, da Metalúrgica Falcão e filhos Lda., uma das 40 viseiras que tinha acabado de receber momentos antes por parte da empresa que está a produzir este equipamento, dirigido à área médica, mas que pode ser usado com fim comunitário, e que aguarda certificação.

Esta iniciativa passa a ser “mais uma forma de contribuir para a campanha de sensibilização de que é seguro comprar no comércio de rua porque os comerciantes não se protegem só a si, mas também os seus clientes”, considerou Paulo Barreira.

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