Assim como outros investimentos camarários 

A autarquia continua “com o processo de aquisição de terrenos, que ainda não está concluído”, razão pela qual, na passada terça-feira, o seu “vice” não pôde avançar uma data para o arranque da expansão do Parque Urbano do Rio Ul para Sul da ponte situada, precisamente, no lugar da Ponte. Já depois de a reunião de câmara ter terminado, José Nuno Vieira explicou às jornalistas presentes que “quando pegámos no processo havia uma obra adjudicada e grande parte dos terrenos não estava na posse do Município”. “Ou seja, não estavam criadas as condições para sequer adjudicar uma obra”, fez questão de reforçar a ideia, “dando o troco”, deste modo, a Paulo Cavaleiro que, no período de antes da ordem do dia (PAOD), tinha dito que este “projeto reflete bem a incapacidade [da maioria socialista] de executar obras e resolver problemas”.

O vereador da coligação PSD/CDS-PP lembrou, aliás, que este “assunto tem quase três anos e que fomos obrigados a votar com urgência uma expropriação” em outubro de 2018. Mas “até agora esta obra não está resolvida”, completou.

A propósito, e ainda em declarações às jornalistas, o vice-edil não pôs de parte o facto de a pandemia que assola o país poder “travar tudo”, inclusive esta obra. “Vivemos tempos que nunca ninguém esperou, ninguém sabe o dia de amanhã. E, assim sendo, temos de fazer toda esta gestão com prudência. Temos de ponderar todos os investimentos”, deixou claro José Nuno Vieira, indo ao encontro do que Jorge Sequeira já havia dito antes.

Limpeza do leito do rio estava dependente de autorização da APA

Também no PAOD, Paulo Cavaleiro acusou o Município de “resolver problemas” de forma “reativa”. Caso, por exemplo, do que que aconteceu com a limpeza do leito do rio, que, em seu entender, só começou a ser feita depois de se terem feito ouvir “críticas” por parte de alguns sanjoanenses.

Acontece que, de acordo com o número um do executivo municipal, esta intervenção dependia da autorização da Agência Portuguesa do Ambiente. Jorge Sequeira fez questão de “refutar quando diz que somos reativos”, informando que a dita autorização “veio há uma semana” e que, “depois disso, a obra avançou logo que foi possível”. “Creio que arrancou hoje”, completou.

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