GN

A não realização de testes à Covid-19 a professores e funcionários antes do arranque do novo ano letivo, contrariamente ao que aconteceu em outros municípios onde foram feitos, é, para a oposição, sinal de um executivo pouco ambicioso.

“Se calhar, poderia se evitar um problema”, avisou Paulo Cavaleiro, acrescentando que “é nisto que se vê a ambição e a forma de liderar mais à frente”. O vereador da coligação PSD/CDS-PP é de opinião – e partilhou-a com os presentes na reunião de câmara – que “tínhamos a ganhar com isso”. “É nestas coisas da prevenção que está a mais-valia das nossas decisões”, disse ainda.

Jorge Sequeira não tardou a “dar o troco”, deixando claro que o facto de não terem testado docentes e não docentes “nada tem a ver com falta de ambição”. Pelo contrário. “São decisões muito ponderadas e assentes em análises técnico-científicas”, garantiu o presidente do Município, lembrando que “as pessoas que estão na escola não são consideradas ‘pessoas de risco’”, como são, por exemplo, os utentes de instituições de terceira idade. Nestas, aliás, “foram levadas campanhas de despistagem”.

O edil ainda chamou à atenção para que não testar positivo no momento do teste não significa que, daqui a um tempo, não se esteja infetado.

Por estas e por outras razões, “a palavra-chave é adaptação”. Segundo Jorge Sequeira, “a pandemia está connosco e está para ficar”. Por isso, “temos de gerir a situação, de viver com ela, porque não temos alternativa enquanto não houver cura”.

 

 

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