Destes, ainda não é conhecido o número de recuperados que é revelado de três em três meses pela câmara municipal

 

Até ontem, 7 de outubro, S. João da Madeira registava 176 casos confirmados e 111 em vigilância ativa.

Relembramos que estes dados são fornecidos diariamente pela Autoridade de Saúde Local, que é como quem diz o Delegado de Saúde, à Câmara Municipal de S. João da Madeira.

Já o número de casos recuperados foi divulgado pela primeira vez no dia 15 de setembro pelo presidente da câmara, Jorge Sequeira, através de uma conferência de imprensa.

De acordo com os dados fornecidos pelo Delegado de Saúde ao Município de S. João da Madeira, até ao dia 31 de agosto, dos 96 casos confirmados, 82 estavam recuperados, o que corresponde a uma percentagem de 85,4%, revelou Jorge Sequeira, na altura, não conseguindo especificar quantas destas pessoas recuperaram em casa ou em internamento depois de questionado pelo labor. Na altura tinham sido realizados 3.213 testes com zaragatoas a cidadãos sanjoanenses, não correspondendo este número a 3.213 pessoas testadas porque em alguns casos foi feito mais do que um teste à mesma pessoa.

Ao número de 176 confirmados até ao dia 7 de outubro temos de retirar os 82 já recuperados, o que dá um total de 94 casos confirmados, dos quais ainda não é possível saber quantos estão recuperados. O número de casos recuperados vai ser divulgado de três em três meses pela câmara municipal, sendo esperada nova informação entre novembro e dezembro.

Relembramos que nesta conferência de imprensa Jorge Sequeira fez questão de realçar que com esta ação cumpre uma promessa feita durante a entrevista dada em julho deste ano ao labor.

Ao longo da entrevista, o nosso jornal voltou a confrontar o autarca com o facto de S. João da Madeira revelar apenas o número de casos confirmados e em vigilância ativa enquanto outros municípios prestavam uma informação mais completa como o número de recuperados e de óbitos. Nessa altura, Jorge Sequeira disse que divulgaria o número de casos recuperados quando cessasse o Estado de Alerta e esclareceu que qualquer informação que preste terá de ter como fonte a Autoridade de Saúde Local e não outras como acontece com outros municípios.

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