Ao todo, na edição deste ano, foram recebidos 56 trabalhos  

 

No âmbito da sua política cultural, a câmara lançou, em julho deste ano, uma nova edição do Prémio Literário João da Silva Correia, cujo prazo de entrega de trabalhos decorreu até 30 de outubro. 

No total, foram recebidas 56 obras, incluindo do Brasil, o que representa uma nova subida no número de concorrentes, que, em 2019, chegou às quatro dezenas, já então representando um significativo crescimento em relação a 2015, segundo refere nota de imprensa enviada pelo Município ao labor. 

Esses originais de poesia vão agora a ser avaliadas pelo júri, do qual faz parte o embaixador, diplomata, escritor, poeta, ficcionista e político português Luís Castro Mendes, que foi Ministro da Cultura entre abril de 2016 a outubro de 2018. O ex-governante junta-se ao poeta e escritor de literatura infantojuvenil, José Fanha, um dos comissários do Festival Poesia à Mesa, e a António Lopes, representante da editora Âncora, com a qual a edilidade mantém, há largos anos, uma parceria na edição dos livros do Prémio João da Silva Correia.

Em relação à anterior edição, que premiou “Manhãs do Mundo” de Nuno Figueiredo, mantém-se também a maior abrangência da iniciativa, que deixou de impor a condição de os candidatos terem ligação ao concelho, o que contribui para uma maior divulgação e um maior número de obras a concurso.

Sendo operacionalizado pelos serviços da Biblioteca Municipal, este prémio, lançado em 2006, tem o nome do escritor e jornalista sanjoanense João da Silva Correia (1896-1973), autor do romance “Unhas Negras”. Cada vencedor é distinguido com a garantia da publicação da obra selecionada, mediante a comparticipação financeira, pela autarquia, nos custos da respetiva edição, até ao limite de 2.000 euros.

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