Mas a câmara ainda está a equacionar se há programação natalícia este ano

Este ano, em S. João da Madeira (SJM), a iluminação de Natal vai ser ligada mais cedo do que é habitual. É já a partir das 18h00 de amanhã, dia 20 de novembro, que os sanjoa- nenses e gentes de outras paragens vão poder apreciar 150 mil luzes LED e 300 motivos decorativos alusivos à quadra espalhados por grande parte da cidade.

Tal como o labor noticiou oportunamente, o valor gasto em iluminação é o mesmo de 2019 (70 mil euros mais IVA). Já o que não é igual é a área iluminada, que desta vez é maior.

ÁRVORE DE NATAL GIGANTE EM FRENTE À CASA DA CRIATIVIDADE

Contas feitas por alto, vão ser iluminados “mais de 35 arruamentos, passando a incluir a Avenida do Brasil e o troço da Avenida da Liberdade entre o Lugar da Ponte e a entrada nascente da cidade”, e “haverá mais uma dezena de locais e fachadas iluminados”.

Para além disso, a Praça 25 de Abril, em frente à Casa da Criatividade, vai ter “uma árvore de Natal gigante, com cerca de 11 metros”.

“PRIORIDADE DA CÂMARA SERÁ SEMPRE A SAÚDE PÚBLICA”

Quanto à habitual programação natalícia, ainda não se sabe se vai haver ou não. “A decisão sobre a existência e o conteúdo da programação de Natal ainda está a ser equacionada à luz da evolução da situação epidemiológica e das restrições que há na via pública”, adiantou em exclusivo ao nosso jornal Jorge Sequeira, para quem “a prioridade da câmara será sempre a saúde pública”.

De qualquer modo, e conforme acrescentou o autarca, “decidimos avançar com a iluminação das ruas” por ser “muito importante para o comércio local, para recordar e viver o espírito natalício e para dar vida e animação à cidade”.

VERBA DA PROGRAMAÇÃO NATALÍCIA PODERIA SER GASTA EM MEDIDAS DE APOIO AO COMÉRCIO LOCAL

Interpelado pelo nosso semanário, Paulo Barreira referiu que a Associação Comercial de S. João da Madeira (ACSJM) ainda não tinha sido contactada a propósito da programação de Natal e que, por isso, não sabia se a autarquia ia ou não promover iniciativas.

No entanto, o presidente da ACSJM é de opinião – e partilhou-a com o labor – que “se optarem por não fazer programação era importante implementar a verba orçamentada em medidas de apoio ao comércio de proximidade e à restauração, estando a Associação Comercial disponível para o diálogo com o Município” nesse sentido.

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