AD Sanjoanense/Rokefil, 25 – Académico FC, 17

Jogo no Pavilhão das Travessas.

Árbitros: Luís Moreira e João Cerqueira.

AD Sanjoanense/Rokefil: Ana Vaz, Ramona Oliveira, Maria Tavares, Maria Leite, Ana Durão, Ana Silva, Andreia Fernandes, Suelma Soares, Inês Alves, Ana Rocha, Ingrid Rodrigues.

Treinador: Cláudio Alves.

Académico FC: Maria Rocha, Bárbara Tavares, Sara Peneda, Milena Burnay, Marta Sobral, Carolina Monteiro, Filipa Baptista, Bárbara Santos, Cristiana Rodrigues, Tatiana Rodrigues, Helena Castro, Maria Fraga, Maria Cunha, Bárbara Gandra.

Treinador: Pedro Rodrigues.

Ao intervalo: 11-9.

Uma vitória consistente da Sanjoanense frente à formação do Académico mantém as alvinegras na disputa da Taça de Portugal. Diante de um adversário forte, não se esperavam facilidades no primeiro jogo da época na “prova rainha” para o conjunto orientado por Cláudio Alves, e com uma entrada algo nervosa as locais permitiram que a formação do Porto inaugurasse o marcador e gerisse o jogo praticamente durante o primeiro quarto de hora. Na segunda metade da primeira parte uma série de erros das visitantes e três suspensões de dois minutos, que deixaram as alvinegras em superioridade numérica, foram aproveitadas pela Sanjoanense para se começar a distanciar no resultado e ao intervalo a vantagem das locais era já de seis golos (14-8).

Na segunda parte as atletas da casa entraram com vontade de consolidar a liderança no marcador, mas alguma precipitação nos minutos iniciais permitia ao Académico a recuperação da bola e saídas rápidas em contra-ataque. Mas Ana Vaz, que no quarto de hora inicial da etapa complementar entrou para o lugar de Suelma Soares, mostrou-se segura na baliza e foi importante para que as alvinegras fossem mantendo a vantagem, que chegou a ser de nove golos.

Com o intuito de inverter a marcha do marcador, nos 15 minutos finais o Académico apostou por diversas vezes na saída da guarda-redes para jogar em 7×0 e com uma defesa mais agressiva e passes em profundidade a formação do Porto conseguiu reduzir a diferença para cinco golos (21-16), fruto de um parcial de 5-0.

A Sanjoanense não perdeu, no entanto, o controlo da partida e nos cinco minutos finais, sem sofrer qualquer golo, acabaria por construir o resultado final.

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