Três anos de governação socialista: uma política ambiental a pensar no futuro

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Quando o Partido Socialista vence as últimas eleições autárquicas assume o compromisso de a política ambiental ser uma das áreas norteadoras da sua governação, como não poderia deixar de ser. Em apenas três anos, o atual executivo cumpriu e desenvolveu um vasto conjunto de ações concretas para que S. João da Madeira seja uma cidade mais sustentável.

Esta é a grande batalha que a nossa geração tem de enfrentar para mudar o paradigma atual e o atraso já leva demasiados anos. Aliás, a falta de noção e de sensibilidade do PSD nesta matéria é percetível quando as intervenções da agora oposição se resumem a publicações nas redes sociais sobre as folhas das árvores que – imagine-se o atrevimento! – caem no outono; e sobre a falta de civismo de alguns conterrâneos na deposição de resíduos na via pública, ficando a dúvida se isso aconteceria tão recorrentemente se a Câmara Municipal, de 2001 a 2017, tivesse desenvolvido programas de educação ambiental.

Esse é um trabalho que o executivo socialista tem agora em curso, sensibilizando a comunidade para a importância de que é fundamental reduzir a produção de resíduos, incentivando à sua separação e reciclagem. Desde logo, empreendendo um conjunto de ações de sensibilização ambiental nas escolas, mas também através da implementação de um novo sistema de recolha seletiva porta-a-porta, que levou a Câmara Municipal a distribuir novos contentores individuais para reciclagem e compostagem.

Estas ações já começam a dar bons resultados. Neste âmbito, a Câmara anunciou que no ano passado S. João da Madeira obteve os melhores resultados de sempre. Sucintamente: aumentou a recolha seletiva, aumentou o que cada sanjoanense reciclou e diminuiu a quantidade de resíduos indiferenciados que foram produzidos. A começar nos grandes eventos municipais, como a “A Cidade no Jardim”, o “Andebolmania” ou o “Carnaval das Escolas”, onde se pouparam milhares de copos e garrafas de plástico.

Mas se há projeto que maior poupança efetiva criou – em termos energéticos, de emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera e até orçamental – foi a instalação na cidade da iluminação pública com tecnologia led. Em 2017, o PS tirou este investimento da gaveta onde o anterior executivo o desprezou. Com praticamente zero trabalho herdado, o projeto foi elaborado e executado em tempo recorde. Este trabalho sério, sensível e muitas vezes invisível, que marca a gestão do executivo socialista, vai permitir que no próximo ano a poupança ao erário em iluminação pública seja de cerca de 150.000 euros.

Essa poupança vai permitir, por exemplo, que os Transportes Urbanos de S. João da Madeira (TUS) sejam gratuitos para os sanjoanenses em 2021. Uma medida social, mas acima de tudo ambiental e que a médio-longo prazo vai mudar mentalidades no que às deslocações diárias diz respeito numa cidade com as caraterísticas da nossa.

S. João da Madeira está agora no rumo certo, a recuperar o tempo perdido, para ser uma cidade mais verde e com menos resíduos, com medidas eficazes para combater e mitigar as alterações climáticas à escala local, com consciência ambiental e pronta a dar o próximo passo: iniciar a preparação de uma agenda para a transição energética na próxima década.

Este tem de ser um desígnio coletivo que deve unir políticos, a economia e a comunidade em geral, pois é um propósito que só poderá ser alcançado se todos fizerem a sua parte. A Câmara Municipal de S. João da Madeira, liderada pelo PS, está a dar o seu contributo na construção de uma sociedade mais sustentável, em prol de um futuro melhor para a nossa cidade e para o nosso povo.

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