Quando não queremos ver…

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Quando não queremos ver…, não vemos. Quando não queremos ver…, imaginamos. Quando não queremos ver…, inventamos. E nesse momento resta-nos dar largas à imaginação, construindo algo irreal, floreando e saboreando toda uma verdade imaginária que gostaríamos que as pessoas acreditassem.

S. João da Madeira existe. Até aí todos concordamos. S. João da Madeira age e reage de forma única, com garra, com pujança, de forma invejada e mostrando que as nossas gentes são feitas de unhas negras, de calhaus, de trabalhadores e de sonhadores. É assim, sempre foi.

O ano de 2017 foi um ano de mudança. Exigiram os sanjoanenses que os destinos da nossa cidade fossem geridos, desde então, pelo Partido Socialista. Exigiram e até que foram muitos. O nosso programa era o melhor. O nosso programa mereceu a confiança de praticamente todos. O nosso programa era fabuloso para os nossos eleitores. E isto, todos os sanjoanenses viram. Quer dizer, só não viu quem não quis. E não é que há mesmo quem continue a não querer ver?

O PSD continua a não querer ver aquilo que é evidente. Perdoem-me se generalizei. Não deveria dizer o PSD – estou certo que a maioria dos seus militantes não pensará assim. Permitam-me corrigir – Susana Lamas e Paulo Cavaleiro continuam a não querer ver aquilo que é evidente e lançam uma carta aberta a roçar o miserável. Quando não se quer ver…, imagina-se e deturpa-se a realidade. E foi isso mesmo que aconteceu.

Foram vários os dossiers que o PSD iniciou, mas não concluiu: o contrato de gestão delegada da água; o alargamento da Zona Industrial das Travessas; o Palacete dos Condes. Sim, iniciados pelo PSD mas deixados a meio, não por falta de tempo mas por falta de competência ou, pelo menos, por falta de vontade política.

Mas não só de conclusões vive uma cidade. E, se analisarmos com detalhe toda a obra deste executivo concluímos duas coisas: que a cidade está claramente melhor e num ritmo muito mais dinâmico e que o nosso programa eleitoral, aquele que foi apresentado e escolhido pela maioria dos sanjoanenses, está a ser cumprido. Uma agenda ambiental única e arrojada a ser cumprida; captação de investimento privado em níveis há muito não verificados; dinamismo empresarial a crescer; apoio social único e eficaz; uma agenda cultural, finalmente, existente; investimento em equipamentos há muito esquecidos (Praça, Mercado, escolas, entre outros); sensibilidade e medidas concretas para a causa animal; dinamismo de zonas da cidade há muito esquecidas; revolução na política de mobilidade na cidade.

Um sem número de políticas, iniciativas, medidas e melhorias que estão a transformar S. João da Madeira numa cidade de futuro.

Mas, há sempre quem não queira ver. E se não querem ver…, vão continuar a imaginar…

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