Após várias chamadas de atenção em reunião de câmara e uma recente visita ao Mercado Municipal, para se inteirar das atuais condições de comerciantes e clientes, a coligação PSD/CDS-PP diz, em comunicado enviado ao labor, ter ficado “com a sensação de poucochinho”. E justifica: primeiro, “porque demoraram a encontrar [uma solução para os vendedores pontuais, que normalmente só vendem aos sábados de manhã]” e, depois, porque “quando ela surgiu apenas resolveu alguns problemas e criou outros”.

“Passaram os vendedores todos para um lado do passeio e agora estão demasiadamente próximos uns dos outros, colocando em questão o distanciamento necessário”, “aponta o dedo” a oposição, segundo a qual “os vendedores deveriam continuar em ambos os lados da rua” e “ter sido colocada uma estrutura que cobrisse toda a rua”.

Também de acordo com a coligação, a “falta de iluminação” à hora de abertura do Mercado (7h00) e o corte da circulação automóvel são outras das queixas dos vendedores, inclusive dos que estão no interior do equipamento municipal, “que estão bastante desagradados com o corte da estrada”.

Para o PSD/CDS-PP, esta última medida afeta não só os vendedores, mas também a generalidade dos sanjoanenses: “Quem se dirigir do Norte e queira ir ao centro ou ao Mercado, para conseguir estacionar no parque, é obrigado a dar uma grande volta à cidade”

“O executivo teve muito tempo para planear este assunto, mas mais uma vez reagiu e decidiu em cima do joelho”, acusa ainda a coligação, acrescentando em relação ao projeto e à obra que “para já o que podemos constatar é que a obra está atrasada e o projeto irá ficar desvirtuado”.

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