À semelhança do que já fez em reunião de câmara anterior, a oposição voltou a defender, no passado dia 5 de janeiro, a realização de testes à Covid-19 nas escolas.

Segundo o vereador da coligação PSD/CDS-PP Paulo Cavaleiro, “uma das formas de combater a Covid é testar muito”. Por isso, disse não entender porque a autarquia “não tomou essa iniciativa” neste regresso às aulas após as festividades, seguindo o exemplo de muitos municípios, inclusive do Partido Socialista, como é o caso de Matosinhos.

“Pode se dizer que não é da competência. Mas quando foi para dar uma viatura à PSP, se calhar, não era certamente a nossa competência e nós fizemos”, “atirou” Paulo Cavaleiro, para quem “nesta matéria podíamos e devíamos estar a ir um bocadinho mais longe”.

“Cumprimento das regras de segurança é que é o fator determinante”

A propósito, Jorge Sequeira deixou claro que “todas as decisões que tomamos são articuladas com a [autoridade de] saúde”, não se tendo revelado “até agora ser necessário fazer esse tipo de testes”.

“Não obtivemos indicação técnica, científica ou de saúde pública de que isso fosse necessário”, reforçou a ideia, esclarecendo ainda que o “cumprimento das regras de segurança é que é o fator determinante”.

Ainda de acordo com o autarca, “já tivemos casos nas escolas”, contudo, “a indicação que temos é que foram feitos os controlos adequados e a generalidade dos contágios ocorreu num quadro familiar”.

Jorge Sequeira terminou esta sua intervenção assegurando que “aquilo que for necessário será executado”. Mas por enquanto “temos seguido esta política, que acho adequada e correta, à luz dos dados científicos, médicos e epidemiológicos que estão disponíveis”.

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