Três anos de governação socialista: reforço da Proteção Civil e apoio aos Bombeiros Voluntários

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Como seria gerir a evolução da pandemia da Covid-19 em S. João da Madeira sem uma Proteção Civil municipal bem estruturada e com operacionais capacitados e competentes?

Esta é a principal interrogação sobre a qual devemos refletir quando nos debruçamos sobre as políticas municipais nesta matéria, que influenciam, naturalmente, a capacidade de resposta para operações de emergência e proteção civil no concelho.

Nos últimos três anos, esta foi uma das prioridades – ainda que muitas vezes invisível – da ação da Câmara Municipal, presidida por Jorge Sequeira. E assim foi, pelo menos, até março do ano passado, quando nos vimos confrontados com esta pandemia. E, afinal de contas, não é sempre assim?

A verdade é que a grande maioria silenciosa da comunidade só se lembra da Proteção Civil e dos Bombeiros Voluntários em situações de emergência, necessidade ou vulnerabilidade. Felizmente para os sanjoanenses, não foi esse o modus operandi deste executivo municipal, que preparou uma resposta para alguma eventualidade que ninguém imaginaria o que seria.

Desde a nomeação do comandante Normando Oliveira, em 2019, para coordenar o serviço municipal de Proteção Civil, que foi reforçado com mais meios financeiros e humanos, até ao apoio contínuo e crescente à corporação de Bombeiros Voluntários, este executivo municipal priorizou estrategicamente o robustecimento da capacidade operacional no concelho. Foi este trabalho, impercetível a olho nu, que permitiu que a resposta e a mobilização de meios perante as necessidades que foram sendo colocadas pela evolução da pandemia fosse tão célere e certeira em S. João da Madeira.

Para 2021, que é também o primeiro ano em que é possível orçamentar as despesas diretas ou indiretas com a Covid-19, a Câmara Municipal decidiu reforçar com 250 mil euros o investimento na segurança dos sanjoanenses e no apoio aos mais carenciados. Esta verba vai permitir, por exemplo, que a Proteção Civil municipal esteja preparada para fazer face a novas necessidades que se possam colocar ao nível de equipamentos e meios. Mas vai permitir também duplicar o apoio aos Bombeiros Voluntários, quer através de subsídios, quer na aquisição de mais equipamentos, mas também na atribuição de benefícios sociais – através do novo regulamento municipal que é um exemplo ímpar a nível nacional – e que muito valoriza e estima a devoção destes soldados da paz.

Como relembrou o presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de S. João da Madeira, Carlos Coelho, em entrevista recente ao labor, o apoio a esta corporação esteve “sem atualização de subsídio desde o tempo do senhor Manuel Almeida Cambra, desde o ano 2000”. “Estamos bastante agradecidos por finalmente ter alguém na câmara que dê valor ao trabalho desenvolvido pelo corpo de bombeiros e pela associação em S. João da Madeira”, evidenciou ainda.

Para o Partido Socialista é absolutamente impensável que a operacionalidade da Proteção Civil e dos nossos Bombeiros Voluntários não esteja assegurada a 100%, como hoje sabemos que poderá já ter acontecido no passado. E estamos, categoricamente, bastante agradecidos por ter uma Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários, desde os seus operacionais até aos seus corpos gerentes, que trabalham com a dedicação, a seriedade e o altruísmo destes valentes sanjoanenses que merecem o nosso público reconhecimento e agradecimento.

Olhando para trás, e voltando à questão inicial, como teria sido gerir as necessidades impostas pela evolução da pandemia em S. João da Madeira sem uma Proteção Civil municipal bem estruturada e com operacionais capacitados e bem equipados? Como seria gerir outra qualquer situação de socorro ou emergência sem o devido trabalho de antecipada preparação que exige, naturalmente, investimento e dedicação?

Fica para reflexão de todos, na certeza de que para o PS esta tem sido e continuará a ser uma prioridade que jamais será esquecida e relegada para segundo plano, por muito invisível que possa ser à apreciação dos mais desatentos.

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