Três anos de governação socialista: cidade inclusiva e mobilidade para todos

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É muito frequente o lançamento de obras públicas que sirvam uma grande percentagem da população de determinado território ou área de interesse, o que é legítimo e lógico. Mas é muito menos comum que as empreitadas públicas tenham o enfoque em minorias, por muito relevantes que sejam para a vida de nossos concidadãos.

Para isso, são necessárias sensatez, especial atenção, sensibilidade e desprendimento. E essas são marcas da Câmara Municipal de S. João da Madeira liderada pelo Partido Socialista nos últimos três anos. As várias intervenções no espaço público que têm surgido por toda a cidade, com o objetivo de melhorar as acessibilidades, aumentar a segurança e o conforto na mobilidade pedonal, são disso exemplo.

Estamos a falar, por exemplo, da requalificação de mais de 50 atravessamentos para peões por todo o concelho, que incluíram a instalação de piso podotátil para auxiliar invisuais e amblíopes. Mas que também incluiu o rebaixamento dos passeios para permitir uma boa circulação a pessoas com mobilidade reduzida, cadeira de rodas ou carrinho de bebé. E que também previu a alteração de diversas passadeiras para aumentar a segurança rodoviária.

Investir dinheiros públicos para tornar a nossa cidade mais segura e inclusiva é um dos bons investimentos que podemos realmente fazer. Porque são promotores de equidade e demonstrativos de grande sensibilidade por parte de quem nos governa.

Esta é, aliás, uma marca indelével da gestão socialista na Câmara Municipal, liderada por Jorge Sequeira e, neste caso, pelo vereador responsável por este pelouro, o vice-presidente, José Nuno Vieira. Por ser menos comum o lançamento de obras públicas a pensar especificamente em minorias e espalhadas igualmente por todo o território, estão de parabéns por terem desencadeado esta operação que há muito se ansiava. E o mesmo se pode dizer, por exemplo, da construção da ciclovia, que vai valorizar a nossa paisagem urbana, promover a mobilidade verde e a prática desportiva dos amantes do ciclismo ou a fruição pelos cicloturistas.

Até porque, pelas suas caraterísticas, S. João da Madeira tem todas as condições para liderar e dar o exemplo ao resto do país nesta matéria. É certo que disto não resulta uma grande obra de engenharia ou de arquitetura que justifique uma pomposa inauguração. Mas não tenhamos dúvidas que estas intervenções no espaço público são de grande utilidade pública e fazem verdadeiramente a diferença na vida real de muitos Sanjoanenses que até aqui estavam limitados nas suas deslocações.

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