CPCJ Bárbara Bernardo, uma jovem advogada sanjoanense, foi eleita em sessão extraordinária da Assembleia Municipal (AM), através de escrutínio secreto (com 19 votos a favor, duas abstenções e um voto contra), representante da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de S. João da Madeira.

A proposta, do CDS-PP, foi apresentada por Manuel Luís Almeida. De acordo com o deputado centrista, a nova representante da CPCJ “tem demonstrado interesse à causa pública desinteressadamente”. “Além do seu currículo, teve intervenção em processos de família e de menores no apoio jurídico” e “também participou na dinamização de sessões de responsabilidade parental”, nomeadamente na EB1/JI de Fundo de Vila, completou Manuel Luís Almeida, fazendo questão de agradecer, ainda, a Bárbara Bernardo “a disponibilidade de integrar a CPCJ”.

Empréstimo Também unanimemente, a AM aprovou que o Município contrate este ano com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) um empréstimo a curto prazo no montante máximo de 600 mil euros.

Segundo a proposta posta à discussão e votação, a CGD apresentou a melhor taxa de spread – 0,13% – com isenção de comissões. E de acordo com o presidente da câmara, Jorge Sequeira, trata-se de um empréstimo feito “nos moldes que têm sido praticados nos últimos anos” para “acorrer às necessidades de tesouraria do Município”.

Mapa de Pessoal A Assembleia Municipal aprovou por unanimidade a alteração ao Mapa de Pessoal do Município para 2021 tendo em vista contratar mais um assistente operacional para exercer a função de auxiliar de ação educativa no Agrupamento de Escolas João da Silva Correia. Isto, após a DGEstE – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares autorizar a autarquia “a proceder a essa contratação”

Segundo o autarca, Jorge Sequeira, “não estava prevista esta possibilidade aquando da primitiva aprovação do Mapa de Pessoal em reunião de câmara”, no qual existiam apenas três vagas disponíveis.

A CDU – Coligação Democrática Unitária votou a favor por, em seu entender, ser “melhor estar empregado do que não estar”. Mas lamenta que “não se preveja que estes postos de trabalho sejam definitivos”. “Estamos fartos de trabalhos precários”, vincou o deputado municipal Jorge Cortez.

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