Resposta curta:

Porque se procura ter respostas rápidas e visíveis

Resposta longa:

O aumento de qualidade de vida numa cidade é lento e persistente
se se tomarem medidas a longo prazo.

Por exemplo uma zona verde aprazível pode demorar décadas a concretizar-se pois representa o contrário das respostas rápidas que se pretendem produzir.

O exemplo do Parque do Rio Ul, que é uma obra notável em S. João da Madeira, foi pensado em PDM (Plano Director Municipal) no tempo de Manuel Cambra, executado parcialmente nessa vigência, e só mais tarde assumiu a dimensão de hoje, já com Castro Almeida à frente da Câmara Municipal.

Actualmente aquele parque talvez seja a melhor intervenção urbana/paisagística de S. João
da Madeira das últimas décadas. E cada vez terá mais valor para os seus frequentadores. E foi uma intervenção que tirou partido de um vale e de um rio que passa na cidade. Portanto os grandes projectos e obras para uma cidade têm de ter continuidade, não importando a cor partidária dos autarcas.

As grandes opções urbanas obrigam a um conhecimento profundo das potencialidades e das fraquezas duma cidade. Com frieza e seriedade. Sem estar refém de modas ou pressões.

As “grandes obras” são hoje dependentes constantemente de dinheiros europeus para a
sua realização.

Isso leva-nos a crer que Bruxelas saiba o que é melhor para as nossas cidades do que os
próprios cidadãos e seus representantes. Não faz sentido essa uniformização de intenções.

DR

Há que ter uma boa gestão dos dinheiros públicos, relativos à cidade, em especial a redução de despesas fixas com pessoal, com subsídios e donativos constantes, ou despesismos evitáveis.
Com uma gestão racional das despesas face às receitas, os municípios terão mais autonomia financeira relativamente a dinheiros vindos do exterior. E essa autonomia fortalece a soberania.
Porque afinal “um almoço nunca é de graça”!

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