Computadores comprados pela câmara e pelas empresas também já foram disponibilizados

No âmbito de ações relacionadas com o contexto da Covid-19, o presidente da câmara mencionou o ensino à distância.
“Não temos informação que haja nos agrupamentos crianças privadas de ensino”, afirmou Jorge Sequeira na reunião de câmara que decorreu esta terça-feira por videoconferência.
Ao longo da sua intervenção, o presidente deu a conhecer que todos os 130 computadores comprados pela câmara na primeira vaga da pandemia foram disponibilizados aos agrupamentos de escolas. Assim como os 19 comprados por empresas, 15 pela Indaqua e quatro pela Luís Leal & Filhos. Para além destes, “do Governo já chegaram 204 computadores”, revelou Jorge Sequeira, adiantando que “para a semana vão chegar mais”.
O presidente da câmara deu ainda a conhecer que decidiram “comprar um conjunto (de 10) tablets com teclado para ficarem de reserva de emergência”, assegurando que “a situação está sob controlo”.

Grande aposta na educação: Oposição diz que a câmara falhou. Câmara discorda da oposição

“O senhor presidente deu a indicação que as coisas estão a decorrer relativamente bem, mas vemos outros Municípios que continuam a investir em computadores porque a procura foi maior do que no primeiro confinamento”, disse Paulo Cavaleiro, constatando que “as escolas estavam bem preparadas para este processo em termos de organização, mas em equipamentos não é bem assim”. O vereador da coligação PSD/CDS-PP considerou
ser “pertinente” a decisão de ter equipamentos de reserva. Contudo, a seu ver, “se estivéssemos a liderar em termos de educação com projetos inovadores e diferenciadores
como o Supertabi na Maia, hoje teríamos uma capacidade completamente diferente e mais avançada para responder a esta pandemia”.
“Era aí que podíamos estar se a grande aposta deste executivo na educação tivesse sido concretizada”, incitou Paulo Cavaleiro. Por sua vez, Jorge Sequeira discordou da afirmação do vereador em que diz que “a educação não foi a nossa grande aposta” uma vez que “os
factos abundam em sentido contrário”, indicando projetos como o Erasmus Municipal, a Assembleia Municipal Jovem, a Educação Física para o 1º ciclo coadjuvada pelos professores titulares, o investimento anual em informática, a alteração do regulamento das bolsas de estudo para o ensino superior, a retirada de amianto e a intervenção nas escolas.

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