O labor foi ao encontro de pessoas que foram vacinadas contra a Covid-19, terça-feira de manhã, na Sala dos Fornos 

 

DF

Na sala de espera para observação após a toma da vacina encontrámos José Pereira, de 55 anos, condutor de empilhador na empresa Colep em Vale de Cambra, onde sempre esteve
a trabalhar a não ser durante as paragens forçadas pela pandemia. O processo de receção, espera e vacinação correu “bem. Não tenho nada a apontar”, assegurou José Pereira.
Este utente com bronquite crónica assumiu que não tinha “receio nenhum” em tomar a vacina. Muito pelo contrário “fiquei aliviado”, admitiu. Passados 20 minutos da toma da vacina, José Pereira encontrava-se a “sentir bem” na sala de observação, onde após completar a meia hora após a administração da vacina, o utente é visto por um médico.
Para além das sequelas físicas deixadas pela Covid-19, chamou à atenção para os danos psicológicos. “Isto anda a fazer mal a muita gente. Ando sempre com muito cuidado, mas tenho sempre medo de levar isto para a minha família”, confidenciou o utente.
“Cada um sabe de si, mas acho que toda a gente devia tomar a vacina, considerou José Pereira ao labor.

DF

Já na sala de espera fomos ao encontro do sanjoanense Carlos Silva, de 54 anos, técnico de máquinas e ferramentas na ZOLLER que estava instalada em Oliveira de Azeméis e abriu precisamente esta semana em S. João da Madeira.
Ao longo do período pandémico, nunca deixou de trabalhar, exceto durante três semanas, e não foi infetado pelo novo coronavírus. É prioritário na toma da vacina contra a Covid-19 devido a problemas de pulmões. Da experiência que teve desde que chegou à receção até ao momento de espera pela sua vez, o que pôde dizer sobre o processo é que está “bem organizado”.
Carlos Silva estava “sem receio” e, ao mesmo tempo, “ansioso por tomar a vacina porque desloco-me para tudo que é multinacionais e estou em contacto com pessoas diferentes”.
“Uma vez que tenho este problema de saúde a vacina veio tranquilizar-me um bocado”, confessou o sanjoanense ao labor.

DR

Na mesma sala de espera estava , de 54 anos, cozinheira na Escola de Carquejido do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia de S. João da Madeira.
A cozinheira, natural da Vila de Cucujães pertencente ao concelho de Oliveira de Azeméis, esteve sempre a trabalhar, exceto durante as paragens obrigatórias, e não esteve infetada com Covid-19.
Por ter insuficiência cardíaca ficou “contente” e “aliviada” assim que recebeu o contacto para a toma da vacina. No dia em que ia ser vacinada estava “um pouco ansiosa”, mas é “uma prevenção para todos nós”. Aliás, “a vacina é uma esperança para todos nós. Espero que resolva o problema que tem sido o novo coronavírus de uma vez por todas”, revelou Fátima Pereira ao nosso jornal.
Até ao momento em que conversou com o labor na sala de espera, o processo de vacinação pelo qual passou decorreu “com facilidade e sem problemas”, deu a conhecer a cozinheira.

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