A cultura como investimento em prol da comunidade sanjoanense

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A Cultura foi, desde o primeiro dia, uma das bandeiras do atual executivo camarário, liderado pelo Sr. Presidente Jorge Sequeira. Após a tomada de posse, em 2017, foram inúmeras as atividades culturais realizadas em São João da Madeira. Desde um vasto conjunto de exposições no Centro de Arte da Oliva Creative Factory, aos diferentes murais criados, que embelezam a cidade e as suas ruas, à agenda repleta e constante da Casa da Criatividade – que, em condições normais, acolheria, só em 2020, mais de 100 espetáculos – ou às iniciativas registadas no Museu do Calçado e do Museu da Chapelaria, São João da Madeira vem reforçando a sua posição enquanto polo de atratividade cultural, brindando os seus cidadãos e aqueles que visitam a cidade com uma oferta de qualidade inegável.

Com a chegada da pandemia de Covid-19, a ação cultural foi sobejamente afetada. O encerramento dos museus e dos espaços públicos condicionou a oferta e a procura e acabou, de forma natural, mas contra tudo o que se pretende, por afastar o público.

Por isso, foi, e continua a ser, urgente reinventar a oferta cultural da cidade, um pouco à semelhança de todos os outros setores de atividade afetados pela pandemia que nos assola, e nesse sentido, no contexto específico da Cultura, destaco a criatividade e a imaginação da Câmara Municipal de São João da Madeira, que, mesmo num contexto complexo como o que vivemos, assegurou inovações muito importantes na interação da comunidade com espaços como o Museu da Chapelaria, o Museu do Calçado e a Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo.

Numa dinâmica de reforço educacional e de aproximação do público, o Museu da Chapelaria e o Museu do Calçado passaram a disponibilizar visitas virtuais aos seus espaços, permitindo que cada pessoa, através do seu telemóvel ou computador, os percorra gratuitamente de forma autónoma, dinâmica a interativa.

Bem sei que a experiência virtual não pode ser equiparada a uma visita presencial, mas, numa altura em que urge repensar a oferta, esta é, sem dúvida, uma boa forma de valorizar os produtos da cidade e a sua dinâmica cultural.

Na mesma linha, destaco ainda os serviços bibliotecários, cada vez mais atuais e próximos da população. Numa ação de sinergia, os leitores inscritos na Biblioteca Municipal de São João da Madeira têm à disposição o catálogo disponibilizado pela “Press Reader”, plataforma na qual constam, para leitura, cerca de 7 mil títulos em formato digital e que conta já mais de 100 subscritores da nossa cidade.

Para além disto, o serviço “Biblioteca à sua porta” possibilita que os leitores possam manter o acesso aos conteúdos em formato físico, respeitando as normas sanitárias em vigor, naquela que constitui uma medida fundamental na defesa da boa informação e da promoção de bons hábitos culturais, mesmo em contexto de pandemia.

Há duas formas de encarar a cultura: como um gasto ou como um investimento. E fica bem claro para todos que este executivo encara a cultura como um investimento para o desenvolvimento da nossa cidade e das nossas gentes.

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