A Assembleia Municipal aprovou a prorrogação do atual contrato em vigor entre a Repsol Portuguesa, S.A., e a Câmara Municipal de S. João da Madeira até que esteja concluído o novo procedimento em curso com o intuito de dar continuidade a este ativo. A proposta recebeu os votos favoráveis do PS e da coligação PSD/CDS-PP e contra da CDU na sessão extraordinária que decorreu no dia 11 de março por videoconferência. Na Assembleia Municipal anterior foi aprovado com os mesmos sentidos de voto o lançamento de hasta pública para a celebração de um contrato de arrendamento destinado à exploração do mesmo posto de abastecimento de combustíveis líquidos e serviços complementares, sito na Avenida Dr. Renato Araújo, pelo prazo de 10 anos, com o preço base de um milhão de euros.
Anteriormente a câmara promoveu uma hasta pública para a constituição de direito de superfície, pelo prazo de 30 anos, deste posto, pelo valor base de um milhão e 100 mil euros, que ficou deserta em fevereiro de 2020. O que levou à prorrogação pelo prazo máximo de 12 meses do direito de superfície constituído a favor da Repsol Portuguesa, S.A. sobre o terreno camarário.
A CDU voltou a reforçar a posição contra a colocação do posto de abastecimento de combustíveis num “local importante para a cidade do ponto de vista urbanístico” e até por uma questão de “segurança”. Na altura, há 30 anos, “toda a gente reclamou, tirando o CDS”, por isso “acho curioso que todos agora votem a favor desta malfadada gasolineira e se esqueçam das posições do passado”, disse o deputado Jorge Cortez na sua declaração de voto.

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