Projeto de arquitetura é da responsabilidade da câmara 

Com a pandemia e a impossibilidade de participar “ao vivo e a cores” nas reuniões de câmara, onde já era um habitué, Manuel Pinho andou uns tempos desaparecido destas lides. Mas na última terça-feira regressou em força.

À distância, como têm decorrido todas as sessões desde o início desta crise pandémica, o munícipe fez uso do seu direito de antena no período destinado ao público para, como sempre, um sem número de felicitações. Mas também para fazer chamadas de atenção, entre as quais se destacou a questão do “posto da nossa PSP, que precisa de obras”. “Só visto! Precisam de conforto”, alertou, referindo-se à esquadra e aos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) da cidade.

Manuel Pinho terminou esta sua intervenção por videoconferência com uma espécie de oração, a que o presidente da autarquia chamou de “intervenção poética”.

Já quanto ao “problema” da PSP, Jorge Sequeira garantiu uma solução. Segundo o autarca, o Governo tem prevista “uma verba de perto de um milhão de euros para obras de reabilitação da nossa esquadra”.

Aliás, conforme adiantou ao labor já à margem da reunião de 30 de março, este executivo municipal “tem vindo a acompanhar o assunto e a articular medidas com o Governo”. Precisamente nesse sentido, ainda no ano passado, foi celebrado um protocolo com o Ministério da Administração Interna (MAI), no âmbito do qual o Município assumiu “a responsabilidade técnica de elaborar o projeto de arquitetura”.  E digamos que esta foi uma forma de “facilitar, acelerar o processo”.

Neste momento, “a câmara já fez o caderno de encargos e está em curso a contratação do projeto de arquitetura”, havendo já arquitetos a visitarem a esquadra, avançou o edil ao nosso jornal.

No que diz respeito à data do arranque da obra propriamente dita, Jorge Sequeira não se descoseu. Apenas disse que “somos nós que fazemos o projeto de arquitetura” e que, depois, será o MAI a lançar a empreitada.

GN

Questionado sobre o assunto, o comissário da PSP sanjoanense disse-se “satisfeito com esta intervenção”. Para Hélder Andrade, a Polícia de Segurança Pública “ganha sempre quando há melhorias nas suas infraestruturas”.

Ainda em declarações ao nosso jornal, o comissário manifestou vontade para que este “seja um processo célere e eficaz”.

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