Para além da Creche Albino Dias Fontes Garcia, a Santa Casa da Misericórdia (SCM) e a Cerci de S. João da Madeira são as outras instituições locais para as quais a câmara conseguiu captar fundos comunitários do Programa Operacional Norte 2020, tal como o labor noticiou oportunamente.

No caso da Cerci, que pretende remodelar e ampliar dois Centros de Atividades Ocupacionais (CAO), depois de concluído o projeto, o processo encontra-se “em fase de contratação do empreiteiro”, adiantou o autarca Jorge Sequeira no âmbito da visita ao Ninho da Criança, que o nosso semanário acompanhou. O custo total da obra é de cerca de 313 mil euros, sendo aproximadamente 222 mil euros comparticipados.

Relativamente à SCM, uma das intervenções consiste em centralizar numa única cozinha as três unidades de produção de refeições do complexo social da Misericórdia. A outra irá adequar o Lar de São Manuel às novas normas de segurança através da instalação de sistemas de segurança. “Estima-se que ambos os investimentos [no valor de mais de meio milhão de euros, 382.063.64 dos quais suportados por fundos europeus] estejam encerrados ainda no 1º semestre de 2021”, avançou Vítor Gonçalves ao nosso jornal.

De acordo com o diretor de serviços a empreitada da cozinha está realizada a cerca de 70%, estando (paulatinamente) a ser libertadas áreas para a instalação do equipamento. A zona de frio é exemplo disso, com o decurso da instalação das câmaras de congelação na pretérita semana. Já o apetrechamento da cozinha está, todavia, em cerca de 15%, pois esta fase requer o prévio encerramento da empreitada. Não obstante, será também a fase mais célere, devendo cingir-se a um mês contado após a disponibilidade dos espaços.

Quanto ao projeto de segurança contra incêndio, apresenta – segundo Vítor Gonçalves – uma realização física de cerca de 20%. Este investimento foi adjudicado em dezembro de 2020, mas ficou prejudicado pelo surto de Covid que aconteceu em janeiro de 2021 e que implicou o encerramento do estabelecimento residencial a pessoas estranhas à operação assistencial quotidiana, incluindo trabalhadores da empresa adjudicada.

Entretanto, “a normalização da situação epidemiológica permitiu a retoma dos trabalhos, tendo o mês de março decorrido com normalidade”, assegurou, ainda a propósito, o responsável.

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