Foi recentemente identificada em Portugal uma nova doença, com características de pandemia, que vai assolar o nosso país a partir deste ano de 2021 e que tudo indica poderá alastrar rapidamente a todo o Mundo.

O vírus contagioso foi localizado pela primeira vez no mercado de S. João da Madeira e a Dra. Graça Freitas em colaboração com o Comandante Normando conseguiram identificá-lo e classificá-lo. O vírus terá passado de uma codorniz que se encontrava à venda no estado de viva e, não se sabe como, terá sido transmitida a um rissol do Costa. A partir daí, a disseminação pela espécie humana foi quase imediata, atendendo à popularidade de que esta fritura goza na nossa comunidade.

A OMS já estudou o caso, conseguiu identificar o agente patogénico e decidiu o nome para esta nova doença como sendo a “Falta Ostensiva de Dinheiro e Imensas Dívidas em 2021”, resumidamente batizado de FODID-21.

A doença caracteriza-se por sintomas de bolsos leves e carteiras vazias, frequentes períodos de inatividade por falta de empregos e falta de vontade de ir de férias. Nos casos mais graves, poderá mesmo ocorrer uma sensação de fome, porém sem ter falta de apetite. Acredita-se que assolará em breve todo o país e que os seus efeitos se prolongarão por vários anos.

Ainda não é conhecida a cura, mas os laboratórios do Centro Médico da Praça, em colaboração com os investigadores da Pasta Medicinal Couto já conseguiram desenvolver, não uma vacina, mas um tratamento que, ao que dizem, poderá ser muito eficaz.

Este tratamento contra o FODID-21 consiste numa injeção parecida com a vacina da COVID-19, mas com diferenças significativas. Em vez de ser injetada no braço será injetada nas nádegas, como a maioria dos medicamentos deste tipo. A seringa, em vez de ser fininha e com uma agulha comprida como a da vacina COVID, é uma seringa muito grossa e com uma agulha minúscula que praticamente não se vê. O medicamento não será injetado nas nádegas de forma intramuscular, mas sim de forma intermuscular e em várias doses.

Os testes clínicos em humanos sanjoanenses começaram e até ao momento as reações são positivas. Um dos voluntários declarou à nossa redação que ao princípio dói um bocadinho, mas depois até se começa a gostar”.

Questionados os investigadores que coordenam o estudo sobre se o tratamento é eficaz e cura a doença, estes declararam ao nosso jornal que Não cura, mas distrai muito!”.

Espera-se que muito brevemente este tratamento seja aprovado pela Agência Europeia do Medicamento e rapidamente introduzido (no mercado e no paciente).

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