No passado dia 3 de abril a APROJ – Associação de Promoção da Juventude assinalou o seu 12.º aniversário, cerca de uma semana depois de Rita Azevedo ter sido reeleita para o terceiro mandado como presidente da coletividade. “Era a sequência lógica. 50% da equipa mantém-se”, explica a dirigente, sublinhando, no entanto, que “foram feitos alguns ajustes para se manter o caráter de associação juvenil”. “Houve uma passagem de testemunho, mas o essencial e a base continuam. O nosso projeto mantém-se e a ideia é dar continuidade ao trabalho dentro da mesma linha”, sublinha a responsável, que define os mandatos anteriores como “inteiramente positivos”. Aumentar o número de inscrições no campo de férias, de atletas e de escalões, bem como manter a regularidade da secção de teatro com duas peças originais foram a principais preocupações, ao longo dos últimos seis anos, da direção que, devido ao surto de Covid-19 também viu algumas coisas ficaram por fazer. “Em 2020 pretendíamos mudar a estrutura, a logística e o funcionamento dos campos de férias, mas a pandemia deixou tudo em suspenso. É algo que pretendemos fazer, mas só se justifica quando o campo de férias estiver a funcionar em pleno”. Esse objetivo é agora uma das metas para o próximo mandato da direção encabeçada por Rita Azevedo, que pretende criar também uma estrutura mais forte nos escalões mais jovens, continuar a aumentar o número de atletas e colocar duas equipas a competir nos campeonatos nacionais.

E apesar das restrições impostas pela pandemia o clube “nunca parou”. Desde abril de 2020 que a vertente online tem sido a principal ferramenta de trabalho da coletividade, contudo Rita Azevedo reconhece que neste segundo confinamento “os níveis de motivação têm sido mais baixos”. “Notámos que as atletas estão cansadas do regime online, mas os treinadores têm feito algo diferente todas as sextas-feiras para saírem um bocado do que tem sido a rotina habitual dos treinos online. Começa a ser pesado em termos motivacionais, mas ainda não perdemos nenhuma atleta”, explica a dirigente, que no que diz respeito ao campo de férias confessa que a coletividade teve de se reinventar. A ocupação dos jovens em tempo de férias nunca foi interrompida, obrigando os responsáveis a deixarem de parte as atividades coletivas, a criarem grupos mais pequenos e a reforçarem o número de monitores. “Durante todo este tempo a APROJ nunca parou, nem mesmo o campo de férias, que foi o único que se realizou em S. João da Madeira”, sublinha a dirigente, que prevê o regresso aos treinos presenciais a 19 de abril.

Cerca de uma semana depois das eleições a coletividade comemorava o 12.º aniversário, data que, pelo segundo ano consecutivo, foi assinalada em confinamento e com a divulgação do hino da APROJ. “No ano passado as comemorações vieram de fora para dentro. Pedimos aos atletas, miúdos dos campos de férias e monitores que partilhassem algumas mensagens. Este ano quisemos fazer ao contrário e sermos nós a dar alguma coisa aos aprojianos e convidamos algumas pessoas ligadas à coletividade, que gostam e têm alguma apetência para cantar, para participar no hino”, explica Rita Azevedo, que olha com satisfação para estes 12 anos de existência da APROJ. “Aos poucos, com toda a cautela e ponderação, temos vindo a afirmar-nos na cidade. Se há três ou quatro anos ninguém nos conhecia hoje não é assim, fruto das nossas atividades e dinamismo. Temos marcado pela diferença”, frisa a dirigente.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Loading Facebook Comments ...