Nos mais de 500 atendimentos feitos em 2020 estão incluídos mesmo aqueles que foram com a mesma pessoa ou agregado, não tendo sido possível saber quantos entraram para a lista de espera

A pedido do labor, a Câmara Municipal de S. João da Madeira deu a conhecer que até ao dia 14 de abril de 2021 existiam 327 processos ativos de candidatos inscritos para habitação social.

Destes 327, 205 são de S. João da Madeira e 122 de fora do concelho. A saber de Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Arouca, Ovar, Vale de Cambra, Oliveira do Bairro, Faro e Sintra.

Dos pedidos feitos fora do concelho, os de Oliveira de Azeméis são “sem dúvida em maior número” e em contraposição está Sintra cujos pedidos chegam de “forma mais residual”, segundo a câmara municipal sanjoanense.

De acordo com a mesma fonte, as principais razões indicadas pelas pessoas para a procura de habitação social são “insuficiência económica e condições de habitabilidade ou salubridade deficientes”.

Em relação às tipologias, a T1 é a mais procurada por 143 candidatos, seguida das T2 com 120, T3 com 52 e, por último, T4 com 12.

O relatório de desempenho organizacional do contrato-programa com a Habitar relativo ao ano de 2020 foi aprovado por unanimidade na penúltima reunião de câmara, realizada a 13 de abril, via plataforma Zoom.

Entre as informações que constam no documento, destacamos, na edição da altura e voltamos a fazê-lo agora, os 612 pedidos de atendimento para inscrição em habitação social recebidos pela Habitar em 2020. Destes 612, 550 foram efetuados e 62 não apareceram ou não atenderam o telefone. Nos mais de 500 atendimentos feitos em 2020 estão incluídos mesmo aqueles que foram com a mesma pessoa ou agregado, realçou a câmara municipal sem especificar ao labor quantos pedidos foram feitos pela mesma pessoa ou agregado e quantos se converteram em pedidos que entraram para a lista de espera para uma habitação social que até ao dia 31 de dezembro de 2020 contabilizava 274 processos ativos. “Nem todos os atendimentos dão origem a um processo de inscrição completo para habitação social já que as pessoas candidatas, numa primeira fase, solicitam informação e são informadas de toda a documentação obrigatória para que o processo fique, efetivamente, ativo e totalmente instruído, mas depois, numa segunda fase, têm, em bom rigor, que entregar todos os documentos solicitados e por vezes entendem desistir do processo porque encontram outra solução alternativa à habitação social ou não cumprem os requisitos, não sendo elegíveis para a continuidade do processo”,  sublinhou a câmara municipal ao labor.

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