E está à procura de novos elementos, de todas as idades, que o queiram integrar 

A ideia da Junta de Freguesia de S. João da Madeira (JFSJM) é fazer “germinar” o Rancho Regional Laborânea. Não fosse S. João da Madeira também um concelho de “raízes rurais”, que – à semelhança das industriais – não podem nem devem “ser esquecidas”.
“Somos, na verdade, uma cidade industrial, mas as nossas raízes foram rurais”, fez questão de recordar a presidente, na última sessão da Assembleia de Freguesia.
Segundo Helena Couto, a JFSJM, contando com a colaboração de três estagiárias da área de turismo, já iniciou o processo de inventário de todos os objetos, documentos e roupas existentes e depositados numa sala da Casa das Associações, que em tempos foi da “associação do Rancho Folclórico Laborânea”. Além disso, a Escola Básica e Secundária (EBS) João da Silva Correia foi contactada para que “o trabalho que foi feito [por ela] a esse nível também nos seja passado”.
Entretanto, está a ser criado um grupo precisamente com o intuito de reativar o rancho sanjoanense, no qual estão incluídas a professora de música da EBS Dr. Serafim Leite Ana Paula e a cidadã Flora Bastos. Ambas mostraram interesse no projeto, estando já a trabalhar para a angariação de novos elementos, de todas as faixas etárias, para a agremiação. No caso da docente, está mesmo a tentar junto dos seus alunos “reproduzir algumas destas situações”.

Apelo a todos os sanjoanenses que tenham algo relacionado com o Rancho Laborânea

“Acho que este é um trabalho de todos nós”, disse Helena Couto, dando nota que a JFSJM vai fazer “uma campanha de sensibilização nas redes sociais para solicitar a todos os sanjoanenses que estiveram ligados ao Rancho Laborânea, ou que tenham documentos, trajes, dessa associação ou do rancho, que nos façam chegar os mesmos para conseguirmos completar este trabalho”. E, aproveitando a ocasião, apelou também aos professores para que façam “alguma divulgação junto das escolas deste elemento da nossa cultura que é tão importante”.
Entretanto, a líder autárquica está também “a tentar saber” junto da Federação do Folclore Português “quem eram os associados, quais eram as pessoas, para ver se conseguimos ter mais informação”.

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