“ANDAR A PÉ: UM RITUAL INTERIOR DE SABEDORIA E LIBERDADE”, DE HENRY DAVID THOREAU

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É um dos mais belos textos de Thoreau. Expõe a sua filosofia de vida e estabelece a arte de caminhar como a forma mais intensa de despertar os sentidos e a alma humana. Um verdadeiro hino de amor à natureza profunda e original, um manifesto pela liberdade que foi escrito muito para lá do seu tempo.

A vida reside no lado selvagem. O mais vivo é o mais selvagem. O que ainda não se subjugou ao homem, a terra retempera-o. Aquele que avança em frente incessantemente, nunca descansando das tarefas, se desenvolve depressa e exige infinitamente à vida, irá sempre encontrar-se num novo país ou no meio selvagem, rodeado da matéria-prima da vida.

https://www.wook.pt/livro/andar-a-pe-henry-david-thoreau/24682487?a_aid=5fd7b0d10f7fa

 

“VOLTA AO MUNDO EM VINTE DIAS E MEIO”, DE JULIETA MONGINHO

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Um dia – na realidade, num somatório de dias –, uma criança decide empreender uma viagem. A ideia é fugir de uma vez por todas: já não lhe bastam as visitas periódicas ao Rijksmuseum de Amsterdão para brincar com o cão Puck, em exibição na sala 1.15, ou as escapadelas ao moinho do outro lado da casa amarela.

A braços com uma família disfuncional assente num triângulo desamorável formado por foragidos – do amor, do talento, dos traumas de uma infância reprimida e passada no Portugal rural –, a fuga de Leo é quase um imperativo moral, uma imposição hereditária. Do outro lado da fuga, o dilúvio, o mais universal dos mitos, oferece às personagens, vítimas da lógica e dos paradoxos das suas vidas, e a nós, leitores, essa possibilidade de, purificando a humanidade, abrir caminho ao renascimento e à renovação.

https://www.wook.pt/livro/volta-ao-mundo-em-vinte-dias-e-meio-julieta-monginho/24479637?a_aid=5fd7b0d10f7fa

 

“O MORCEGO BIBLIOTECÁRIO”, DE CARMEN ZITA FERREIRA E PAULO GALINDRO

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Tem como pano de fundo um facto verídico reportado, de quando em vez, pela comunicação social: os morcegos, pela sua habilidade em capturar insetos, asseguram a preservação dos livros de algumas das mais antigas e relevantes bibliotecas portuguesas, como a biblioteca joanina da Universidade de Coimbra e a biblioteca do Palácio de Mafra. Além de informações sobre as diversas espécies de morcegos e do seu habitat, esta história com asas enfatiza sobretudo o amor aos livros e à leitura. É esta razão que leva Franjinhas, o protagonista da narrativa, a deixar a sua família e a sua comunidade para suceder ao velho Ferradura como bibliotecário no palácio distante e assim dar continuidade a uma ilustre linhagem de morcegos bibliotecários.

A este criativo argumento, sonhado por Carmen Zita Ferreira, o ilustrador Paulo Galindro empresta e dedica toda a sua arte e paixão, experimentando pela primeira vez mostrar a grandeza do seu apelido materno (Paulo Jorge Carvão Galindro) na técnica (de ilustração) de um livro. O resultado é absolutamente fantástico.

https://www.wook.pt/livro/o-morcego-bibliotecario-carmen-zita-ferreira/17403912?a_aid=5fd7b0d10f7fa

 

Nota: estes livros estão disponíveis na Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo (BMRA) e podem ser requisitados por email (bibliotecamunicipal@cm-sjm.pt), telefone (256200890/962146410) ou através da página da BMRA
na internet em http://sjmadeira.bibliopolis.info/#Catalogo

http://bibliotecasjmadeira.blogspot.com/

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https://www.instagram.com/biblioteca.saojoaodamadeira/

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