Convocada pela Frente Comum em defesa do aumento dos salários e da revogação do atual sistema de avaliação (SIADAP), aquela que foi a primeira greve da administração pública desde o início da pandemia também teve impacto no concelho de S. João da Madeira. Que o diga o Agrupamento de Escolas (AE) João da Silva Correia que viu três dos seus estabelecimentos de ensino encerrados “por falta de pessoal [não docente]”.

No passado dia 20 de maio, segundo o diretor António Mota Garcia, estiveram fechadas a EB1/JI das Fontainhas, a Escola Básica e Secundária (EBS) de S. João da Madeira e a EBS João da Silva Correia, levando a que 50 turmas não tivessem aulas.

Além destas escolas, a EB1/JI de Casaldelo, igualmente pertencente a este AE sanjoanense, não funcionou durante a tarde, conforme a câmara informou o labor.

AE Oliveira Júnior e Dr. Serafim Leite não foram tão afetados pela greve

Também a Escola Básica e Secundária Oliveira Júnior “encerrou por falta de assistentes operacionais”. Mas no caso deste agrupamento “a falta de assistentes operacionais foi residual”, conforme disse Mário Coelho ao nosso jornal.

De acordo com o diretor, as “restantes escolas” do AE Oliveira Júnior (pré-escolar e primeiro ciclo) “garantiram o funcionamento da componente letiva”. Aliás, apenas o Jardim de Infância da Devesa Velha fechou a partir das 15h30, o que só afetou “a componente de apoio à família”.

00No que diz respeito ao AE Dr. Serafim Leite, aqui não se sentiu a greve, uma vez que “só faltou um assistente”, informou a diretora Anabela Brandão.

Em S. João da Madeira, tirando as escolas, esta greve da função pública “passou ao lado” de serviços públicos como a repartição de Finanças ou a Loja do Cidadão, onde não se registou qualquer adesão.

Ainda na cidade, e contrariamente a outras partes do país, a recolha do lixo não foi afetada, uma vez que é assegurada por uma empresa privada.

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