Após “uma reflexão crítica” feita “em devido tempo”, António Mota Garcia deu-a a conhecer ao Conselho Geral “como suporte para uma tomada de decisão”. Segundo o diretor do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia, “este órgão votou e deliberou de acordo com a sua vontade e legitimidade” no sentido da sua não recondução.

O mandato de Mota Garcia termina, assim, no final deste ano letivo, como o próprio confirmou ao labor. Ao fim de quatro anos, o diretor deixa o cargo com a certeza que “o trabalho que consegui desenvolver em tão pouco tempo foi sempre em prol dos alunos e da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia”.

A mesma convicção já não tem quanto ao facto desta sua “missão” ter sido “cumprida”. “Pela minha parte, não. Não tenho essa veleidade. Mais: não acredito que algum diretor o possa afirmar ao fim de quatro anos, atendendo, sobretudo, à circunstância de que praticamente um ano e meio foi vivido em contexto de pandemia”, disse ao nosso jornal.

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