À semelhança do que já aconteceu no ano passado também devido à pandemia, as piscinas municipais exteriores não abrem ao público em geral este verão. As suas portas apenas abrirão para receber participantes dos campos de férias e utentes da Cerci e da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira.

A decisão foi tomada pelo presidente da autarquia, após parecer unânime da subcomissão da proteção civil municipal dado “ao abrigo do princípio da prevalência, princípio da precaução e princípio da tutela da saúde pública”.

Segundo disse Jorge Sequeira na última reunião de câmara, “à luz dos dados existentes e considerando que não está ainda vacinada a totalidade da população e que a piscina exterior é também um espaço que congrega utentes de vários municípios” decidiram manter a mesma posição de 2020. Até porque, em seu entender, a saúde pública está acima de quaisquer “outros interesses”. E, além do mais, “é bom recordar que o país se encontra em situação da calamidade”.

Para a coligação PSD/CDS-PP, a não abertura do equipamento municipal é a “solução mais fácil”

De acordo com a coligação PSD/CDS-PP, esta é a “solução mais fácil”, mas não será a melhor para a população. O vereador Paulo Cavaleiro chamou à atenção para que, se não forem para as piscinas, os sanjoanenses irão para outros espaços, dentro ou fora do concelho, certamente com menos condições em termos de segurança.

O edil ripostou afirmando: “Não penso que seja a opção mais fácil. É uma opção difícil, porque sabemos da importância que a piscina tem para algumas pessoas”. No entanto, “o meu dever primordial, como responsável máximo da Proteção Civil, numa situação de crise é proteger a saúde pública”, deixou claro Jorge Sequeira.

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