Trata-se de “uma estimativa”, como fez questão de deixar claro o presidente da câmara. Em declarações exclusivas ao labor já à margem da sessão pública, Jorge Sequeira adiantou que o novo parque verde da cidade, que concretizará parte do Plano de Pormenor das Corgas, pode vir a custar 1,3 milhões de euros. Tudo depende da “evolução dos preços do mercado” e também dos “resultados do concurso”, conforme explicou ao nosso jornal.

Quanto à data do arranque da sua construção, o autarca não avançou com o que quer que seja, uma vez que “ainda não está feito [sequer] o projeto de execução”.

Encomendado pelo executivo municipal, o estudo prévio do Parque Urbano das Corgas é da autoria de Sidónio Pardal e foi apresentado pelo próprio esta última sexta-feira, também, no auditório dos Paços da Cultura. Havendo “vontade política, boas árvores e bons prédios”, S. João da Madeira “tem tudo para [uma vez mais] ser um exemplo para o país” e para ser aproveitada “dentro do espaço metropolitano”, disse o arquiteto paisagista de renome, não obstante se assumir como “um grande crítico” quer dos planos de pormenor, quer dos planos diretores municipais (PDM). Estes são, em seu entender, “um disparate”, “uma perda de tempo”.

Na ocasião, Sidónio Pardal defendeu ainda que o Município poderia assegurar parte da construção, ali, naquela zona para arrendamento público.

Situado junto à Linha do Vale do Vouga, o novo espaço verde de S. João da Madeira ocupará uma área de quatro hectares, compreendida entre a Avenida Engº Arantes e Oliveira e a Rua D. Afonso Henriques (incluindo as traseiras do Museu da Chapelaria). Entre outros pormenores, será edificada uma passagem superior sobre a linha ferroviária e esta, aliás, “vai ficar escondida por cortinas arbóreas e não só”.

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