Coleções do Museu da Chapelaria e do Museu Nacional do Traje reunidas pela primeira vez

 

A exposição “Do chapéu e do leque: função e simbolismo” pode ser visitada desde o dia 25 de junho no Museu da Chapelaria, em S. João da Madeira, e no Museu Nacional do Traje e na Loja Lisboa – Capital Verde Europeia, em Lisboa.

Pela primeira vez, as coleções dos dois museus reúnem-se numa exposição que apresenta mais de 300 peças, incluindo chapéus, toucados e acessórios de cabeça de mulher, homem e criança, bem como leques usados em todo o mundo.

“Do chapéu e do leque: função e simbolismo” resulta de uma parceria entre as câmaras municipais de S. João da Madeira e Lisboa formalizada com a assinatura de um protocolo a 25 de junho no Museu Nacional do Traje.

A acompanhar José Sá Fernandes, vereador do Ambiente, Estrutura Verde, Clima e Energia da Câmara Municipal de Lisboa, estiveram Jorge Sequeira e Clara Reis, presidente da Câmara e da Assembleia Municipais de S. João da Madeira, respetivamente, entre outros responsáveis de organismos culturais e diretores de instituições ligados à organização e ao acolhimento da exposição.

O momento não contou com a presença de público devido à pandemia de Covid-19.

A exposição pode ser visitada até ao dia 2 de outubro em S. João da Madeira e em Lisboa.

 

“Muito importante para a divulgação e projeção” da cidade e do museu

 

Armando da Silva Ribeiro

“Do chapéu e do leque: função e simbolismo” advém de “uma parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e o Museu Nacional do Traje muito importante para a divulgação e projeção de S. João da Madeira e do Museu da Chapelaria”, considerou Jorge Sequeira, presidente da câmara sanjoanense, ao labor.

Para quem esta nova exposição é “um marco na história do nosso Museu da Chapelaria” pelo facto de esta ser “a primeira vez que expõe em Lisboa e em dois lugares muito importantes”.

 

“O chapéu e o leque são dois instrumentos para defendermos o ambiente”

 

“Há mil e uma histórias para contar sobre chapéus e leques. Há mil e um gestos ligados aos chapéus e aos leques. Há cumprimentos e sinais. Há modas e estilos de como os usar. Nuns sítios fazem parte das suas indumentárias, noutros são mesmo uma necessidade”, começa por dizer José Sá Fernandes em declarações exclusivas ao nosso jornal sobre esta exposição que “percorre o mundo, diversas épocas e hábitos”.

Armando da Silva Ribeiro

“Para mim, o centro dos chapéus está em S. João da Madeira e no seu Museu da Chapelaria, a História do vestuário, nos seus variados materiais e formas, em Lisboa, no Museu Nacional do Traje”, assumiu o vereador da câmara lisbonense. Acerca dos protagonistas desta exposição, José Sá Fernandes considera que “o chapéu e o leque são dois instrumentos para defendermos o ambiente, apelarmos para que as pessoas se protejam do sol e da chuva e que possam ter, de vez em quando, uma brisa que os percorra e os faça sentir mais felizes”.

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