De Tempos em Tempos

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De tempos a tempos, perco tempo pensando que certamente não empreguei bem o tempo, deixando passar o tempo.

Penso que no meu anterior tempo talvez tivesse perdido demasiado tempo, ficando, por isso, sem tempo para chegar a tempo de ter tempo de confessar que, certamente, já não terei tempo para perder mais tempo (comigo e com os outros), porque se aproxima o tempo em que o tempo não perdoa não ter feito cada coisa a seu tempo.

A verdade é que matei o tempo com muitas banalidades, porque não pensei a tempo, ou até tomando o tempo de alguém, quando o tempo já estava em marcha, pelo que já não tinha condições de ganhar mais tempo.

E como dizem que o tempo é dinheiro, já usei demasiado tempo do tempo que graciosamente me concedeu.

Vou pedir ao tempo que tenha para comigo paciência e que me dê mais tempo para escrever aqui, enquanto ainda houver tempo de eu me dirigir a si.

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