O labor perguntou aos diretores dos agrupamentos de escolas (AE) e do CEI – Centro de Educação Integral “quais são as expetativas em relação a este que será mais um ano letivo a decorrer em contexto de pandemia”.
Todos encaram 2021/2022 como mais um ano de grandes desafios. Mas há quem também ache que a vacinação de adolescentes e jovens vem trazer esperança de dias melhores, vividos presencialmente nas escolas

 

DR

“Considero que o contexto pandémico ainda estará muito presente no quotidiano escolar e continuará a condicionar práticas e atividades letivas e não-letivas. O próprio ‘Referencial Escolas: controlo de transmissão de Covid-19 em contexto escolar’ aponta para a continuidade da implementação de um plano de contingência e para a organização do espaço de forma a garantir o distanciamento físico, a higiene das mãos e dos espaços, a etiqueta respiratória e o uso de máscara.
Assim, percebemos que o ano letivo 2021- 2022 continuará a ser um ano atípico, à semelhança do anterior, e o AESL está a preparar-se nesse sentido. No entanto, estou expectante que o facto de grande parte da população estar vacinada possa constituir um avanço em direção à vivência pré-covid.
Para além de garantir a segurança da nossa população escolar, importa, sobretudo, diagnosticar os défices de aprendizagens resultantes do contexto pandémico e garantir que essas aprendizagens serão recuperadas. Esse será o nosso maior desafio ao longo deste ano letivo.”

Helena Resende, diretora do AE Dr. Serafim Leite

 

DR

“As nossas expetativas, enquanto direção do agrupamento, julgo serem comuns às de todos os docentes: um ano letivo tranquilo, com as atividades letivas a decorrer, integralmente, em regime presencial.
Encaramos o processo de vacinação, que já ocorreu ou está a decorrer para grande parte dos alunos, como uma grande vantagem e fator importante para essa tranquilidade. O processo de ensino e de aprendizagem é tanto mais enriquecedor quanto maior for a interação entre os diferentes atores – alunos e professores – e essa interação fica muito mais comprometida no ensino à distância.
Considero, ainda, que teremos um ano letivo com uma escola e com os seus agentes mais bem preparados para os desafios que se possam apresentar, amadurecendo e consolidando práticas introduzidas com o contexto pandémico”.

Ana Magda Jorge, diretora do AE João da Silva Correia

 

Arquivo Labor

“Este será mais um ano desafiante em que esperamos um ‘novo normal’, no qual os alunos possam voltar a conviver e a realizar atividades escolares em grupo, mas ainda com as regras de prevenção e mitigação da pandemia muito presentes. Tudo estamos a fazer para que alunos, professores e famílias se sintam bem na escola e que as crianças e jovens possam aprender, crescer e desenvolver as suas capacidades e competências num ambiente responsável, saudável e seguro.
Para já, as medidas do plano de contingência mantêm-se muito semelhantes às do ano letivo passado, mas iremos seguir sempre as orientações da DGS e do Ministério da Educação, pelo que o plano pode ser ajustado ao longo do ano letivo, sempre que se justificar.
Resta-nos trabalhar para agradecer a confiança que as famílias têm depositado no nosso Projeto Educativo e continuar a trabalhar em prol de uma formação de excelência para a vida de todos os nossos alunos.”

Joaquim Valente, diretor do CEI – Centro de Educação Integral

 

DR

“Tenho a expectativa de lentamente voltarmos à normalidade, mas até lá iremos manter praticamente as regras de segurança do ano anterior. Teremos todos os alunos em regime presencial.
Os horários já serão como anteriormente (antes da pandemia), ou seja, haverá aulas de manhã e de tarde. Assim, os 1º e 2º anos entram às 9h00; 3º e 4º anos às 8h45; 5º, 6º e 12º anos às 8h35 e os restantes anos às 8h20. Do 5º ao 12º teremos aulas de 50 minutos intercalando com 10 minutos de intervalo. Cada turma estará afeta a uma mesma sala.”

Mário Coelho, diretor do AE Oliveira Júnior

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