Óquei de Barcelos, 6 – AD Sanjoanense, 2

Jogo no Pavilhão Municipal de Barcelos.

Árbitros: Pedro Silva e Porfírio Fernandes (AP Porto); Miguel Azevedo e Miguel Torres (AP Minho).

O. Barcelos: Conti Acevedo, Luís Querido, Miguel Rocha, Dario Giménez e Alvarinho

Suplentes: Joka Ferreira, José Pedro Pereira, Joca Guimarães, Danilo Rampulla e André Centeno

Treinador: Rui Neto.

AD Sanjoanense: Tiago Freitas, Pedro Cerqueira, João Ramalho, Tiago Almeida e Rafa Lourenço.

Suplentes: Marco Lopes, Alex Barreira, Luís Filipe, Zé Miguel Gonçalves e João Pedro Pereira.

Treinador: Vítor Pereira.

Ao intervalo: 2-1.

Marcadores: Miguel Rocha (9′, 44′ e 47′), José Pedro Pereira (18′), João Pedro Pereira (21′), Rafa Lourenço (28′), Dario Giménez (29′ e 36′)

Cartão azul para Rafa Lourenço (29′) e Tiago Almeida (35′)

Faltas: Óquei de Barcelos, 12 | AD Sanjoanense,12

A Sanjoanense, privada dos lesionados Pedro Moreira e João Lima e com Luís Filipe e Alex Barreira, da equipa B, nos convocados, apresentou-se fragilizada em Barcelos, mas deu luta a um candidato ao título que teve que puxar dos galões para bater os alvinegros. O resultado final, com quatro golos de diferença, acaba por ser manifestamente pesado para o comportamento dos jovens de São João da Madeira.

Começou melhor o Barcelos, com mais ataques à baliza de Tiago Freitas e uma pressão alta que impedia a Sanjoanense de conseguir ter a bola. O guarda-redes foi adiando progressivamente o golo dos minhotos, mas nada podia fazer quando Miguel Rocha, aos nove minutos, apareceu solto de marcação e rematou rasteiro, para o fundo da baliza. Aos 18′, José Pedro Pereira, num remate enrolado, fez o 2-0. O Barcelos desacelerou, a turma de Vítor Pereira arriscou e foi premiada com o 2-1, numa jogada de insistência de João Pedro.

No segundo tempo, entrou a mandar a Sanjoanense e Rafa Lourenço, jogador emprestado pelos barcelenses, empatou, solto na área, para gáudio das cerca de duas centenas e meio de adeptos que viajaram até ao Minho. Até então a partida desenrolava-se com uma arbitragem imaculada, mas Porfírio Fernandes errou quando aos quatro minutos viu falta para cartão azul de Rafa Lourenço, sem motivo aparente para tal. Na cobrança do livre direto, Dario Giménez, um dos melhores marcadores de bolas paradas do campeonato, fez uma “picadinha” e enganou Tiago Freitas. Ninguém baixou os braços do lado visitante e foi Conti Acevedo, guarda-redes dos locais, que negou o 3-3 por diversas vezes. Como quem não marca, sofre, Dario Giménez – quem mais – fez o 4-2, novamente de livre direto, na décima falta cometida pela Sanjoanense. O 5-2 de Miguel Rocha (19′), numa sticada indefensável, matou o encontro. Vítor Pereira aproveitou para dar minutos a todos os jogadores e para a história ficou a imagem de uma equipa brava e valente, que deu boa réplica mesmo estando com várias limitações. No próximo sábado, às 18h00, a Sanjoanense estreia-se, esta temporada, em casa, diante do Juventude de Viana.

Vítor Pereira, treinador da Sanjoanense

“Foi um bom jogo, intenso, equilibrado e com um resultado que não condiz com a nossa exibição e a nossa entrega.

Na altura crucial do jogo, pagámos uma fatura que não era nossa.

Temos um início de campeonato muito forte, com algumas dificuldades que não contávamos, como algumas lesões, mas estamos a ficar mais fortes de jogo para jogo.

Parabéns aos adeptos de ambas as equipas, em especial aos que foram de São João da Madeira e nos deram um apoio que é como sempre inexcedível. Precisamos e contamos com eles no próximo fim de semana. Serão fundamentais na luta pelo objetivo.”

J.F.

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