“Autobiografia não autorizada”, de Dulce Maria Cardoso

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Três anos depois de Eliete, finalmente um novo livro de Dulce Maria Cardoso. As muito celebradas crónicas que saíram na Visão são de uma intimidade sem precedentes na obra da autora: pessoais, memorialísticas, transparentes… e tão depuradas que se tornam universais, abrindo lugar para cada um de nós. Como uma poltrona que “é moldada, dia após dia, pelo peso de um corpo, transformando-se no seu ninho”.

https://www.wook.pt/livro/autobiografia-nao-autorizada-dulce-maria-cardoso/24755934?a_aid=5fd7b0d10f7fa

 

“Arsène Lupin, A Agulha Oca”, de Maurice Leblanc

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Acudam, acudam, Lupin está morto! Abatido, com um tiro de caçadeira, no silêncio da noite! Sim, mataram o nosso cavalheiro ladrão enquanto o seu bando assaltava o castelo de Ambrumésy. O que faria ele ali? No encalço de algum tesouro, porventura… a riqueza mais valiosa de toda a fortuna dos reis de França. Um segredo com muitos séculos, guardado desde a época de Júlio César até ao reinado de Luís XVI. Mas os indícios que se apresentam não são suficientes para Isidore Beautrelet, um jovem de liceu tornado detetive nos tempos livres. Beautrelet conhece bem o jogo de Lupin, fareja-o à distância, sabe perfeitamente que o famoso herói não pode estar morto.

Publicado em 1909, “Arsène Lupin, A Agulha Oca” não é apenas o livro mais famoso de Maurice Leblanc, mas uma aventura deliciosa, de inesgotável leitura.

https://www.wook.pt/livro/arsene-lupin-a-agulha-oca-maurice-leblanc/24764118?a_aid=5fd7b0d10f7fa

“Casas de Brasileiro”, de Domingos Tavares

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A participação dos “torna-viagem” na formação da vanguarda artística portuguesa – a que se convencionou chamar futurista ou modernista – não é evidente. Mas estes novos-ricos dos alvores do século XX sempre tiveram grande disponibilidade para a rutura, aceitando a importação do internacional como fator diferenciador e testemunha de sucesso na representação do seu regresso à terra natal.

Nas Casas de Brasileiro que construíram – não só nas principais cidades e vilas, mas também nas pequenas povoações do espaço rural – adotaram soluções inovadoras e requintadas.

Este livro trata destas casas que, dispersas no território, se tornaram marcas da variante moderna do romantismo europeu na produção arquitetónica. Em Portugal, suportadas pelos excedentes de dinheiro vindo do Brasil, ou de África (e raramente da América do Norte), e promovidas por clientes disponíveis e colaborativos, constituíram oportunidades imensas de trabalho para os arquitetos.

A narrativa histórica da arquitetura portuguesa nos alvores da modernidade também terá de ser feita para além das grandes cidades, num território onde a casa do “torna-viagem” é um elemento fundamental.

https://www.wook.pt/livro/casas-de-brasileiro-domingos-tavares/16553787?a_aid=5fd7b0d10f7fa

Nota: estes livros estão disponíveis na Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo (BMRA) e podem ser requisitados por email (bibliotecamunicipal@cm-sjm.pt),telefone (256200890/962146410) ou através da página da BMRA
na internet em http://sjmadeira.bibliopolis.info/#Catalogo

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