Apenas 11 associados, a grande maioria pertencente à direção da Associação Desportiva Sanjoanense, aprovaram por unanimidade, na passada terça-feira, os vários pontos em discussão naquela que foi a Assembleia Geral do clube alvinegro menos participada de sempre.

Perante um auditório dos Paços da Cultura praticamente vazio, e já depois de apresentado e deliberado o planeamento de atividade da época passada, Luís Vargas, presidente do clube alvinegro, expôs o Relatório de Contas de 2020 que considera ter alcançado um “resultado líquido muito positivo atendendo às circunstâncias”. De facto, apesar da Associação Desportiva Sanjoanense ter fechado o ano de 2020 com um passivo de quase 325 mil euros, um aumento na ordem do 19 mil relativamente a 2019, que se situava perto dos 306 mil euros, o clube alcançou um resultado líquido positivo de pouco mais de 44.500 euros. Ainda que considere que “não é um valor substancial”, Luís Vargas justifica a inversão da tendência com a pandemia. “Se tivermos em consideração todas as contrariedades e adversidades que vivemos em 2020 acho que até não foi um mau resultado”, referiu o dirigente, destacando o “aumento considerável” de mais de 50 mil euros, a fornecedores. “O valor foi detetado este ano por não ter existido um extrato por parte da Federação de Andebol de Portugal que refletisse o valor exato em dívida”, explicou Luís Vargas, que destacou o facto de “as contas terem sido auditadas em tempo recorde”.

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