A primeira intervenção de Tiago Correia, vereador da Coligação PSD/CDS-PP/IL, teve o intuito de saber se há projetos sanjoanenses que podem contar com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O presidente da câmara, Jorge Sequeira, começou por dar a garantia de que “a gestão do PRR tem vindo a ser feita há muito tempo”, mais concretamente todas as terças-feiras numa reunião realizada na câmara, e com apoio de uma equipa contratada para o efeito pela Área Metropolitana do Porto. De acordo com o autarca “surgiram avisos em que a Sanjotec está envolvida”, estando os mesmos ligados à Universidade de Aveiro e ao desenvolvimento empresarial. Também há avisos que podem ser usufruidos por IPSS, às quais a câmara tem transmitido as informações, tendo, inclusive, duas delas concorrido ao apoio para a compra de viaturas elétricas. Por falar em eficiência energética, Jorge Sequeira mencionou ainda a possibilidade de ser instalado um posto de carregamento de viaturas elétricas no espaço dos táxis. “O aviso precisa que os taxistas demonstrem vontade nesse sentido”, esclareceu o autarca, dando nota de que os taxistas estão a ser interpelados sobre o assunto pela câmara. Para além desta oportunidade, outros projetos municipais relacionados com a eficiência energética podem vir a usufruir do PRR, indicou o autarca.

falta de aviso da realização de trabalhos de fresagem e pavimentação na rotunda do Lugar da Ponte, durante o dia 18 de outubro, levou a um enorme constrangimento de trânsito na Avenida da Liberdade. O descontentamento fez-se sentir sobretudo nas redes sociais e foi transmitido pela vereadora da oposição Susana Lamas que o sentiu na pele e, segundo a própria, demorou 15 minutos a chegar ao escritório. “A questão não é só o constrangimento provocado pela obra, mas a falta de aviso às pessoas por parte da câmara”, apontou Susana Lamas. O presidente da câmara confirmou que “o aviso não foi feito”, explicando que tal deveu-se ao facto de o empreiteiro ter enviado um email com a informação às 20h00 de sexta-feira passada e ter instalado os meios para a intervenção às 7h00 de segunda-feira. No primeiro caso, Jorge Sequeira recordou que o plano para a conciliação da vida pessoal e profissional levou a que os funcionários não tenham de estar a checar constantemente o email do trabalho e, em segundo, a dificuldade em encontrar empreiteiros que façam este trabalho. Em todo o caso, o autarca relembrou que em outras intervenções devidamente comunicadas no site do Município, uma vez que não podem enviar carta a toda a gente, “há sempre queixas” porque “apanhamos sempre alguém desprevenido”.

Um contrato interadministrativo estabelecido entre os Município de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis foi aprovado por unanimidade em reunião de câmara. O objetivo é levar a cabo a repavimentação da Avenida dos Chapeleiros e da Rua Professora Adosinda Valente. Ambas as artérias pertencem aos dois Municípios. A primeira obra ficará a cargo do Município sanjoanense e a segunda do oliveirense. O presidente Jorge Sequeira recordou que esta prática já foi levada a cabo no mandato anterior com a repavimentação da Rua de Arrifana e a construção de uma nova Ponte dos Moinhos.

A Câmara Municipal de S. João da Madeira aprovou manter a atribuição de 50 bolsas de estudo para alunos do Ensino Superior e o valor de 1063.47 euros. Apesar das propinas terem baixado e da alteração da lei permitir adaptar o valor de apoio ao das propinas, o executivo e a oposição decidiram manter o apoio monetário estabelecido no ano letivo anterior. O presidente da câmara salientou a importância de, desta forma, os alunos terem “uma melhor capacidade” para frequentar a universidade. Esta é uma medida que também conta com o apoio da oposição por concretizar “investimento na educação” e, ao mesmo tempo, “uma lógica de coesão social” para os alunos que têm dificuldades económicas durante a frequência do ensino superior ou que, em muitos casos, a carência económica os priva dessa oportunidade.

O preço do catálogo da exposição “O Efeito Observador” da Coleção Norlinda e José Lima foi aprovado unanimente em reunião de câmara. Os 300 exemplares tiveram um custo de 7.945 euros, que inclui design gráfico, produção gráfica e IVA, e vão estar à venda pelo valor de 35 euros no Centro de Arte Oliva. Os catálogos são uma forma de “promover o Centro de Arte Oliva, S. João da Madeira, os artistas e os estudos científicos e culturais sobre as exposições”, salientou o presidente Jorge Sequeira.

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