A democracia está viva e recomenda-se!

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No passado dia 27, os militantes do PSD – democraticamente e sem margem para dúvidas – reelegeram Rui Rio como líder do seu Partido.

E zeram-no, contrariando todos os vaticí- nios e teses “providencialmente” elaboradas e mediaticamente difundidas, em sentido contrário. No nal do dia, Rui Rio, foi (novamente) legitima- do pelos militantes do PSD, a rmando-se, perante Todos (inclusive os portugueses em geral), como alguém com que se pode e deve SEMPRE contar.

E, Rui Rio, obteve a sua legitimação, contra tudo e contra todos!!!

Contra o próprio “aparelho partidário” e respectivos “sindicatos de voto”;

Contra todos os que, ao longo dos últimos quatro anos, tudo zeram para o arredar da liderança do PSD; e

contra os, ditos, “notáveis” do seu partido.

Mas, como se retira dos resultados eleitorais, do passado dia 27, o “aparelho partidário” não é dono do partido, nem do voto dos seus militan- tes – o Partido é de Todos e de cada um dos seus militantes de per se.

E,

“notáveis” do partido, são os militantes do PSD no seu conjunto – desde o mais anónimo ao mais mediático – e não os que o pretendem ser.

Se assim não fosse, o PSD não faria sentido e, provavelmente, estaria a caminho da extinção. E, sim, foram estes que, numa demonstração de inteligência – sabendo ler a realidade e a “sensibilidade” do País – ganharam no passado

dia 27 de Novembro.
Como ganharam todos os Portugueses. Estes, os Portugueses, por terem uma verdadeira alternativa a quem tem estado à frente do destino do País, e a possibilidade de poderem optar por Alguém capaz de conduzir a governa- ção do País, com um único objectivo – a defesa do Interesse Público, que se traduz na defesa dos interesses de cada um, e não, apenas de alguns -.

Pelo que, permitam-me a expressão, a Democracia está viva e recomenda-se!!!

E aos militantes do PSD – todos sem excepção–o que se exige é que se unam em torno do seu líder, com o objectivo, comum e patriótico, de dar um novo rumo a Portugal, através de uma governação que empreenda as reformas estruturais necessárias à recuperação e desenvolvimento do País, pondo de parte as suas próprias razões pessoais, sejam elas quais forem.

Esta é a razão da existência dos partidos políticos e não qualquer outra!!!

De facto, o País, após seis anos a ser governado por uma “esfrangalhada” frente de esquerda, vê-se confrontado com uma crise política que, entre outras coisas, revela a necessidade imperiosa de uma mudança de rumo. Sendo que, essa mudança de rumo, apenas é possível, através da abertura de um novo ciclo político, com novos protagonis- tas, novas ideias e novos objectivos.

E, como já tive oportunidade de manifestar publicamente, pelas suas reconhecidas quali- dades de homem com sentido de Estado, Rui Rio é quem poderá conduzir e empreender essa mudança de rumo.

Estando eu certo que, o fará, sem surpresas para ninguém ou “segredos” de última hora.

Pois, de forma frontal e descomprometida – a Todos – revelou o seu pensamento sobre o País, sobre a necessidade imperiosa de garantir a governabilidade, assim como quais as reformas estruturais que pretende implementar e de que o País de tanto necessita (e, não é de agora).

Aliás, o que no momento do voto pelos militantes do PSD – a par da sua seriedade, com- petência e preparação para os desa os que se colocam ao país – prevaleceu.

Como estou convicto que prevalecerá, no dia 30 de Janeiro, quando os Portugueses, de- mocraticamente, expressarem a sua opção nas urnas de voto.

E que resultará na vitória do PSD e na, conse- quente, indigitação de Rui Rio para o exercício do cargo de Primeiro-Ministro de Portugal, mesmo que a esquerda – tal como, miraculosamente, já o fez no passado – pretenda dizer e fazer o contrário.

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